Acho que disseste tudo na frase a bold. Não tem nada a ver com questões ambientais, o governo quer bem saber das questões ambientais (se o quisesse fazia uma politica a sério de incentivo ao carro electrico), o que eles viram foi que cada vez existem mais carros a diesel, logo mais uma maneira de sacar dinheiro ao contribuinte.rhinosaur wrote:Eu não me queixo (muito) porque se pago é porque tenho carro. lol
O que não consigo compreender é a fiscalidade absurda que temos em Portugal, no que concerne ao IUC em particular. De acordo com a MLA na declaração de ontem, "os carros a gasóleo são, por regra, mais poluentes". Ora, essa "regra" já está quase tão desactualizada como o Mário Soares. Actualmente, os carros a gasóleo são tanto ou menos poluentes do que os seus equivalentes a gasolina. A questão é que esta falácia, que é comummente aceite, serve que nem uma luva para aumentar significativamente a receita em sede de IUC pois o parque automóvel português está cada vez mais a pender para viaturas a gasóleo (2/3 vs. 1/3 a gasolina). Por outro lado, se o argumento é a "regra de serem mais poluentes", por que não agravar consoante as emissões de CO2, de partículas ou NOx?
Outra coisa absurda... Se o critério de princípio para agravamento do imposto é o ambiental, digam-me lá por que raio a majoração do IUC é baseada na antiguidade dos carros (mais antigos não pagam mais; mais novos pagam mais até 115% da parcela do IUC) e não num critério realmente ambiental? Ou seja, os carros mais modernos (e menos poluentes) vêem o IUC agravar-se. É absurdo. Não há o raio de um governo neste país que faça algo de jeito no IUC!
Austeridade
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Re: Austeridade
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Re: Austeridade
Isso é um bocado como a falácia do "andámos a viver acima das nossas possibilidades" que serve lindamente para muitas das coisas que este governo faz.rhinosaur wrote:Eu não me queixo (muito) porque se pago é porque tenho carro. lol
O que não consigo compreender é a fiscalidade absurda que temos em Portugal, no que concerne ao IUC em particular. De acordo com a MLA na declaração de ontem, "os carros a gasóleo são, por regra, mais poluentes". Ora, essa "regra" já está quase tão desactualizada como o Mário Soares. Actualmente, os carros a gasóleo são tanto ou menos poluentes do que os seus equivalentes a gasolina. A questão é que esta falácia, que é comummente aceite, serve que nem uma luva para aumentar significativamente a receita em sede de IUC pois o parque automóvel português está cada vez mais a pender para viaturas a gasóleo (2/3 vs. 1/3 a gasolina). Por outro lado, se o argumento é a "regra de serem mais poluentes", por que não agravar consoante as emissões de CO2, de partículas ou NOx?
Outra coisa absurda... Se o critério de princípio para agravamento do imposto é o ambiental, digam-me lá por que raio a majoração do IUC é baseada na antiguidade dos carros (mais antigos não pagam mais; mais novos pagam mais até 115% da parcela do IUC) e não num critério realmente ambiental? Ou seja, os carros mais modernos (e menos poluentes) vêem o IUC agravar-se. É absurdo. Não há o raio de um governo neste país que faça algo de jeito no IUC!
Mas olha que aumentar o IUC para quem tem carros antigos também não me parecia muito correcto. Quem tem carros antigos tipicamente é porque não tem dinheiro para mudar para carros mais recentes (me! me! me!).
Eu para o ano não posso entrar em Lisboa com o meu carro baseado na ideia de que os carros antigos (anteriores a 1996 para quase toda a cidade [actualmente 1992] e anteriores a 2000 para a zona central [actualmente 1996]) que vêm de fora da cidade são a razão para os elevados níveis de poluição na cidade. Mais um exemplo de uma falácia, porque os carros antigos dos moradores poderão continuar a lá circular (naturalmente) e os carros considerados clássicos também estão de fora desta regra (lol).
E porque até agora ainda ninguém na CML conseguiu apresentar (que eu visse) os números efectivos do número de carros que deixarão de entrar na cidade assim e que efeito isso terá nos níveis de poluição. Senão não passa de uma caça à multa baseada em demagogia populista. Hoje em dia não conseguem aplicar a lei mas passarão a fazê-lo com radares que multam automaticamente... já há vários sinais espalhados pela cidade mas o engraçado é que estão colocados em sítios onde já não há maneira de voltar atrás lol.
Atenção que sou totalmente a favor da redução dos carros na cidade, mas não desta forma discriminatória que não faz sentido nenhum... talvez devessem começar por apertar as regras de aprovação nas IPO no que respeita aos níveis de poluição. Porque não me deixarem entrar na cidade com um carro legal, com a IPO feita e pelo qual já pago IUC. É uma filha da putice, mas pronto. Se não me querem não vou
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Re: Austeridade
rhinosaur wrote:A minha reacção pessoal foi a do emoticonsolf wrote:ah qd nos doi a nós fdx o governo! pimenta no cu do outros.....rhinosaur wrote:Foda-se, alguém diga ao Governo que os carros a gasóleo actualmente são tanto ou menos poluentes do que os carros a gasolina!rhinosaur wrote:Ouch!prl wrote:o OE já está a ser apresentado aos bocadinhos.. uma das medidas:
http://www.jornaldenegocios.pt/economia ... euros.html
Outra, aumento do IUC para carros a gasóleo: http://www.jornaldenegocios.pt/economia ... soleo.htmlOs ex-políticos que apresentem um rendimento superior a 2.000 euros ou tenham património mobiliário (acções e outros títulos) de valor superior a 100.000 euros verão a subvenção vitalícia suspensa em 2014.![]()
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Essa quote que fizeste é a reacção sem pensar no meu caso pessoal (conforme meu post anterior.
EV - "FDX VOCES SAO OS MAIORES!"
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Re: Austeridade
http://www.ionline.pt/artigos/orcamento ... vo-resgate
Como vai crescer um país com mais cortes de investimento na educação? Como raio vai ficar um SNS frágil com menos uns milhões no orçamento? O que toma a Maria Luísa Albuquerque para pensar quem em 2014 o défice vai passar de 5,9% para 4%? Anda tudo doido não?A imprensa internacional destaca hoje os cortes nos salários dos funcionários públicos e as políticas de austeridade do Orçamento do Estado português para 2014, ao mesmo tempo que sublinha o esforço para evitar um segundo resgate.
Apesar de referirem que o Orçamento do Estado apresentado na terça-feira pelo Governo foi um dos mais duros em Portugal, poucos foram os jornais europeus e internacionais que destacaram o assunto nas suas primeiras páginas.
Foi em Espanha que O orçamento português teve mais referências, com os dois principais jornais a noticiarem os cortes nos salários dos funcionários públicos.
No caso do El Mundo, os títulos escolhidos lembram que Portugal recebeu um resgate financeiro de 78 mil milhões de euros e dizem que os cortes vão afetar sobretudo funcionários públicos e pensionistas.
No El Pais, a notícia acrescenta que o Governo prevê um ligeiro crescimento da economia, mas sublinhando que isso “não se verá nas ruas”.
A dureza do orçamento apresentado pelo Governo foi também o que mais impressionou os jornais britânicos.
Embora não puxe o assunto para a capa, o Financial Times diz que “Lisboa apresentou um orçamento austero para evitar um novo resgate” mas refere que as autoridades portuguesas estão preocupadas com a reação do Tribunal Constitucional.
Também a BBC fala na austeridade do Orçamento do Estado português, afirmando mesmo que este é “o mais duro dos últimos anos” e que vai provocar muitos protestos.
O documento que projeta as contas do Estado para 2014 chegou também ao outro lado do Atlântico, com o brasileiro Estadão a anunciar que Portugal “vai reduzir os salários de funcionários públicos, pensões e benefícios sociais no próximo ano”.
Nos Estados Unidos, a palavra-chave para descrever o OE 2014 em Portugal é “austeridade”, com o The Wall Street Journal a garantir que este é o orçamento com o “mais severo pacote de cortes nas despesas” desde que o país entrou no programa de resgate financeiro, enquanto o Global Post adianta que os cortes “foram pedidos pelos credores”.
A agência internacional de notícias Reuters também destaca os cortes salariais, considerando que isso vai conduzir Portugal para fora do programa de resgate e de regresso ao mercado financeiro depois da “pior crise económica que o país viveu desde os anos 1970”.
A proposta de lei do Orçamento do Estado entregue na terça-feira no Parlamento pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, prevê que seja “aplicada uma redução remuneratória progressiva entre 2,5% e 12%, com caráter transitório, às remunerações mensais superiores a 600 euros de todos os trabalhadores das Administrações Públicas e do Setor Empresarial do Estado, sem qualquer exceção, bem como dos titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos”.
O subsídio de Natal dos funcionários públicos e dos aposentados, reformados e pensionistas vai ser pago em duodécimos no próximo ano, segundo a proposta, que mantém a aplicação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) sobre as pensões.
No documento, o Governo refere que o défice orçamental deste ano vai resvalar para os 5,9% do PIB, superando os 5,5% definidos para 2013 entre o Governo e a 'troika' e confirma as previsões macroeconómicas, apontando para um crescimento económico de 0,8% e uma taxa de desemprego de 17,7% em 2014.
Corduroy18
Re: Austeridade
O Paulo Morais resumiu bem a coisa:
A ministra Maria Luís fez um longo discurso de apresentação do orçamento de estado 2014. Mas poderia ter resumido e seria assim:
“Portugueses, temos de gastar mais dinheiro em parcerias público-privadas em 2014, milhares de milhões. Por isso, temos de baixar os salários da função pública, reduzir pensões e reformas e aumentar os impostos a todos. Aguentem!”
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Re: Austeridade
O que é que ela toma??? Toma o mesmo que 90% dos economistas deste mundo, mete umas fórmulas numa folha de cálculo que lhe dá uns valores, depois toca a cortar aqui e ali, para dar outros valores. Quando se passa à prática e passados uns meses dá merda, e afinal de contas estamos na mesma, desculpa-se com erros de projecção e conjuntura mundial e blá blá blá...JoãoPM wrote:http://www.ionline.pt/artigos/orcamento ... vo-resgateComo vai crescer um país com mais cortes de investimento na educação? Como raio vai ficar um SNS frágil com menos uns milhões no orçamento? O que toma a Maria Luísa Albuquerque para pensar quem em 2014 o défice vai passar de 5,9% para 4%? Anda tudo doido não?A imprensa internacional destaca hoje os cortes nos salários dos funcionários públicos e as políticas de austeridade do Orçamento do Estado português para 2014, ao mesmo tempo que sublinha o esforço para evitar um segundo resgate.
Apesar de referirem que o Orçamento do Estado apresentado na terça-feira pelo Governo foi um dos mais duros em Portugal, poucos foram os jornais europeus e internacionais que destacaram o assunto nas suas primeiras páginas.
Foi em Espanha que O orçamento português teve mais referências, com os dois principais jornais a noticiarem os cortes nos salários dos funcionários públicos.
No caso do El Mundo, os títulos escolhidos lembram que Portugal recebeu um resgate financeiro de 78 mil milhões de euros e dizem que os cortes vão afetar sobretudo funcionários públicos e pensionistas.
No El Pais, a notícia acrescenta que o Governo prevê um ligeiro crescimento da economia, mas sublinhando que isso “não se verá nas ruas”.
A dureza do orçamento apresentado pelo Governo foi também o que mais impressionou os jornais britânicos.
Embora não puxe o assunto para a capa, o Financial Times diz que “Lisboa apresentou um orçamento austero para evitar um novo resgate” mas refere que as autoridades portuguesas estão preocupadas com a reação do Tribunal Constitucional.
Também a BBC fala na austeridade do Orçamento do Estado português, afirmando mesmo que este é “o mais duro dos últimos anos” e que vai provocar muitos protestos.
O documento que projeta as contas do Estado para 2014 chegou também ao outro lado do Atlântico, com o brasileiro Estadão a anunciar que Portugal “vai reduzir os salários de funcionários públicos, pensões e benefícios sociais no próximo ano”.
Nos Estados Unidos, a palavra-chave para descrever o OE 2014 em Portugal é “austeridade”, com o The Wall Street Journal a garantir que este é o orçamento com o “mais severo pacote de cortes nas despesas” desde que o país entrou no programa de resgate financeiro, enquanto o Global Post adianta que os cortes “foram pedidos pelos credores”.
A agência internacional de notícias Reuters também destaca os cortes salariais, considerando que isso vai conduzir Portugal para fora do programa de resgate e de regresso ao mercado financeiro depois da “pior crise económica que o país viveu desde os anos 1970”.
A proposta de lei do Orçamento do Estado entregue na terça-feira no Parlamento pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, prevê que seja “aplicada uma redução remuneratória progressiva entre 2,5% e 12%, com caráter transitório, às remunerações mensais superiores a 600 euros de todos os trabalhadores das Administrações Públicas e do Setor Empresarial do Estado, sem qualquer exceção, bem como dos titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos”.
O subsídio de Natal dos funcionários públicos e dos aposentados, reformados e pensionistas vai ser pago em duodécimos no próximo ano, segundo a proposta, que mantém a aplicação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) sobre as pensões.
No documento, o Governo refere que o défice orçamental deste ano vai resvalar para os 5,9% do PIB, superando os 5,5% definidos para 2013 entre o Governo e a 'troika' e confirma as previsões macroeconómicas, apontando para um crescimento económico de 0,8% e uma taxa de desemprego de 17,7% em 2014.
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Re: Austeridade
Ainda acreditas que isso é uma falácia?!prl wrote:Isso é um bocado como a falácia do "andámos a viver acima das nossas possibilidades" que serve lindamente para muitas das coisas que este governo faz.
(não falo ao nível das pessoas, mas ao nível do Estado)
De cada vez que faço Lisboa/Porto em auto-estrada e vejo que a páginas tantas posso escolher três autoestradas até me dá uma coisa má!
Eu não defendo aumentar para os carros mais antigos porque sabemos que só a partir de 2007 é que houve uma reforma grande do ISV. O que eu defendo é que as viaturas mais novas tenham um alívio, principalmente se já respeitarem as normas anti-poluição EURO V e afins.prl wrote:Mas olha que aumentar o IUC para quem tem carros antigos também não me parecia muito correcto. Quem tem carros antigos tipicamente é porque não tem dinheiro para mudar para carros mais recentes (me! me! me!).
Eu para o ano não posso entrar em Lisboa com o meu carro baseado na ideia de que os carros antigos (anteriores a 1996 para quase toda a cidade [actualmente 1992] e anteriores a 2000 para a zona central [actualmente 1996]) que vêm de fora da cidade são a razão para os elevados níveis de poluição na cidade. Mais um exemplo de uma falácia, porque os carros antigos dos moradores poderão continuar a lá circular (naturalmente) e os carros considerados clássicos também estão de fora desta regra (lol).
E porque até agora ainda ninguém na CML conseguiu apresentar (que eu visse) os números efectivos do número de carros que deixarão de entrar na cidade assim e que efeito isso terá nos níveis de poluição. Senão não passa de uma caça à multa baseada em demagogia populista. Hoje em dia não conseguem aplicar a lei mas passarão a fazê-lo com radares que multam automaticamente... já há vários sinais espalhados pela cidade mas o engraçado é que estão colocados em sítios onde já não há maneira de voltar atrás lol.
Atenção que sou totalmente a favor da redução dos carros na cidade, mas não desta forma discriminatória que não faz sentido nenhum... talvez devessem começar por apertar as regras de aprovação nas IPO no que respeita aos níveis de poluição. Porque não me deixarem entrar na cidade com um carro legal, com a IPO feita e pelo qual já pago IUC. É uma filha da putice, mas pronto. Se não me querem não vou
Essa regra de proibição de carros antigos circularem em centros de cidades é comum fora de Portugal e também tem as mesmas excepções (pelo menos ao nível de carros aprovados como sendo históricos). Dadas as contra-ordenações de que Lisboa tem sido alvo por causa dos níveis de poluição na Av. da Liberdade, não acho que seja populista ou demagógico evitar que carros poluentes circulem por lá.
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Re: Austeridade
A falácia é que isto foi dito em relação as pessoas e não ao estado! Achas que alguem contesta isso?rhinosaur wrote:Ainda acreditas que isso é uma falácia?!prl wrote:Isso é um bocado como a falácia do "andámos a viver acima das nossas possibilidades" que serve lindamente para muitas das coisas que este governo faz.![]()
(não falo ao nível das pessoas, mas ao nível do Estado)
Isto parece-me outra daquelas mentiras tantas vezes ditas que é verdade..... Podes me explicar que raio de percurso tem a 3 AE!?!?rhinosaur wrote: De cada vez que faço Lisboa/Porto em auto-estrada e vejo que a páginas tantas posso escolher três autoestradas até me dá uma coisa má!
Pode ser ignorancia minha que faço assim tantas vezes o percurso. Seja como for 2 AEs já é um exagero embora a A1 seja uma valente merda e esteja sobre-lotada.....
Não concordo que as AEs para o interior tenham sido mal feitas no entanto....
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Re: Austeridade
A A1 sobrelotada? Tenho de te levar a dar um passeio pela Alemanha para veres o que é uma AE sobrelotada. A A1 é um marasmo, e eu faço-a entre Lx e Porto com frequência!solf wrote:A falácia é que isto foi dito em relação as pessoas e não ao estado! Achas que alguem contesta isso?rhinosaur wrote:Ainda acreditas que isso é uma falácia?!prl wrote:Isso é um bocado como a falácia do "andámos a viver acima das nossas possibilidades" que serve lindamente para muitas das coisas que este governo faz.![]()
(não falo ao nível das pessoas, mas ao nível do Estado)
Isto parece-me outra daquelas mentiras tantas vezes ditas que é verdade..... Podes me explicar que raio de percurso tem a 3 AE!?!?rhinosaur wrote: De cada vez que faço Lisboa/Porto em auto-estrada e vejo que a páginas tantas posso escolher três autoestradas até me dá uma coisa má!
Pode ser ignorancia minha que faço assim tantas vezes o percurso. Seja como for 2 AEs já é um exagero embora a A1 seja uma valente merda e esteja sobre-lotada.....
Não concordo que as AEs para o interior tenham sido mal feitas no entanto....
Tens razão, se calhar são duas AE, mas em algumas zonas há mais AEs. A terceira AE era a "laranja" ou "cor-de-rosa" que era para ser construída e que, felizmente, não o foi!
A A17 de Aveiro para cima é uma barbaridade.
Eu também concordo com as AE para o interior, desde que não numa óptica de SCUT.
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Re: Austeridade
Como disse o solf, a mentira é usada contra as pessoas que agora é que têm que pagar.rhinosaur wrote:Ainda acreditas que isso é uma falácia?!prl wrote:Isso é um bocado como a falácia do "andámos a viver acima das nossas possibilidades" que serve lindamente para muitas das coisas que este governo faz.![]()
(não falo ao nível das pessoas, mas ao nível do Estado)
De cada vez que faço Lisboa/Porto em auto-estrada e vejo que a páginas tantas posso escolher três autoestradas até me dá uma coisa má!
A não ser que me mostrem os números é uma medida altamente populista e demagógica. Quantos carros em número absoluto se prevê que deixem de circular na cidade? Qual é a percentagem face ao número total de carros que por lá circulam que isso representa? E quanto irão reduzir na poluição? Se o problema é a poluição (que, como bem disseste, é localizada essencialmente à Avenida da Liberdade) porque raio se aplicam essas restrições a zonas bem longe do centro?rhinosaur wrote:Eu não defendo aumentar para os carros mais antigos porque sabemos que só a partir de 2007 é que houve uma reforma grande do ISV. O que eu defendo é que as viaturas mais novas tenham um alívio, principalmente se já respeitarem as normas anti-poluição EURO V e afins.prl wrote:Mas olha que aumentar o IUC para quem tem carros antigos também não me parecia muito correcto. Quem tem carros antigos tipicamente é porque não tem dinheiro para mudar para carros mais recentes (me! me! me!).
Eu para o ano não posso entrar em Lisboa com o meu carro baseado na ideia de que os carros antigos (anteriores a 1996 para quase toda a cidade [actualmente 1992] e anteriores a 2000 para a zona central [actualmente 1996]) que vêm de fora da cidade são a razão para os elevados níveis de poluição na cidade. Mais um exemplo de uma falácia, porque os carros antigos dos moradores poderão continuar a lá circular (naturalmente) e os carros considerados clássicos também estão de fora desta regra (lol).
E porque até agora ainda ninguém na CML conseguiu apresentar (que eu visse) os números efectivos do número de carros que deixarão de entrar na cidade assim e que efeito isso terá nos níveis de poluição. Senão não passa de uma caça à multa baseada em demagogia populista. Hoje em dia não conseguem aplicar a lei mas passarão a fazê-lo com radares que multam automaticamente... já há vários sinais espalhados pela cidade mas o engraçado é que estão colocados em sítios onde já não há maneira de voltar atrás lol.
Atenção que sou totalmente a favor da redução dos carros na cidade, mas não desta forma discriminatória que não faz sentido nenhum... talvez devessem começar por apertar as regras de aprovação nas IPO no que respeita aos níveis de poluição. Porque não me deixarem entrar na cidade com um carro legal, com a IPO feita e pelo qual já pago IUC. É uma filha da putice, mas pronto. Se não me querem não vou
Essa regra de proibição de carros antigos circularem em centros de cidades é comum fora de Portugal e também tem as mesmas excepções (pelo menos ao nível de carros aprovados como sendo históricos). Dadas as contra-ordenações de que Lisboa tem sido alvo por causa dos níveis de poluição na Av. da Liberdade, não acho que seja populista ou demagógico evitar que carros poluentes circulem por lá.
Mais uma vez: o meu carro cumpre todos os requisitos legais para circular. Incluindo os requisitos ambientais. Se querem restringir, restrinjam os limites de poluição nas IPOs em vez de irem atacar os carros por ano de matrícula... aí se calhar começa a haver menos carros poluentes como tu dizes. Já vi carros mais recentes que o meu a poluir bem mais que o meu polui. Se querem restringir a circulação de carros na cidade então cobrem portagens à entrada da cidade para não moradores. Eu pago imposto de circulação e não posso circular livremente.
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Re: Austeridade
Concordo contigo. A proibição não devia ser baseada na data do primeiro registo, mas sim em dados concretos como as emissões aferidas na IPO. Não me lembrava que era uma medida cega, desse ponto de vista.prl wrote:A não ser que me mostrem os números é uma medida altamente populista e demagógica. Quantos carros em número absoluto se prevê que deixem de circular na cidade? Qual é a percentagem face ao número total de carros que por lá circulam que isso representa? E quanto irão reduzir na poluição? Se o problema é a poluição (que, como bem disseste, é localizada essencialmente à Avenida da Liberdade) porque raio se aplicam essas restrições a zonas bem longe do centro?rhinosaur wrote:Eu não defendo aumentar para os carros mais antigos porque sabemos que só a partir de 2007 é que houve uma reforma grande do ISV. O que eu defendo é que as viaturas mais novas tenham um alívio, principalmente se já respeitarem as normas anti-poluição EURO V e afins.prl wrote:Mas olha que aumentar o IUC para quem tem carros antigos também não me parecia muito correcto. Quem tem carros antigos tipicamente é porque não tem dinheiro para mudar para carros mais recentes (me! me! me!).
Eu para o ano não posso entrar em Lisboa com o meu carro baseado na ideia de que os carros antigos (anteriores a 1996 para quase toda a cidade [actualmente 1992] e anteriores a 2000 para a zona central [actualmente 1996]) que vêm de fora da cidade são a razão para os elevados níveis de poluição na cidade. Mais um exemplo de uma falácia, porque os carros antigos dos moradores poderão continuar a lá circular (naturalmente) e os carros considerados clássicos também estão de fora desta regra (lol).
E porque até agora ainda ninguém na CML conseguiu apresentar (que eu visse) os números efectivos do número de carros que deixarão de entrar na cidade assim e que efeito isso terá nos níveis de poluição. Senão não passa de uma caça à multa baseada em demagogia populista. Hoje em dia não conseguem aplicar a lei mas passarão a fazê-lo com radares que multam automaticamente... já há vários sinais espalhados pela cidade mas o engraçado é que estão colocados em sítios onde já não há maneira de voltar atrás lol.
Atenção que sou totalmente a favor da redução dos carros na cidade, mas não desta forma discriminatória que não faz sentido nenhum... talvez devessem começar por apertar as regras de aprovação nas IPO no que respeita aos níveis de poluição. Porque não me deixarem entrar na cidade com um carro legal, com a IPO feita e pelo qual já pago IUC. É uma filha da putice, mas pronto. Se não me querem não vou
Essa regra de proibição de carros antigos circularem em centros de cidades é comum fora de Portugal e também tem as mesmas excepções (pelo menos ao nível de carros aprovados como sendo históricos). Dadas as contra-ordenações de que Lisboa tem sido alvo por causa dos níveis de poluição na Av. da Liberdade, não acho que seja populista ou demagógico evitar que carros poluentes circulem por lá.
Mais uma vez: o meu carro cumpre todos os requisitos legais para circular. Incluindo os requisitos ambientais. Se querem restringir, restrinjam os limites de poluição nas IPOs em vez de irem atacar os carros por ano de matrícula... aí se calhar começa a haver menos carros poluentes como tu dizes. Já vi carros mais recentes que o meu a poluir bem mais que o meu polui. Se querem restringir a circulação de carros na cidade então cobrem portagens à entrada da cidade para não moradores. Eu pago imposto de circulação e não posso circular livremente.
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Re: Austeridade
Já agora, eu percebo que, como moradores em Lisboa, defendam uma medida de redução de carros na cidade. Eu CONCORDO em absoluto com isso mesmo não morando na cidade. Lisboa precisa de ter menos carros. Mas isto é uma medida completamente cega que tresanda a caça à multa e a solução devia passar por motivar as pessoas a não querer levar carro para Lisboa, coisa infelizmente mais difícil com as medidas deste Governo que levaram à redução da oferta de transportes públicos (em percursos e horários) e ao brutal aumento dos preços dos mesmos... e se há zonas com muita circulação (Av. da Liberdade) a CML devia estudar caminhos alternativos que as pessoas pudessem usar, mas não parece muito interessada nisso.
A medida a seguir é só deixar circular bicicletas desdobráveis porque ocupam menos espaço
A medida a seguir é só deixar circular bicicletas desdobráveis porque ocupam menos espaço
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Re: Austeridade
Outra que está a passar um pouco despercebida...
Parece-me uma medida importante e ética, que me espanta só agora estar a ser implementada. Ou seja, os fantásticos carros dos directores e executivos passam a ser tributados aos próprios, e não exclusivamente às empresas.Tributação autónoma agravada nas viaturas de serviço
Governo quer que as empresas aribuam as viaturas de serviço aos funcionários.
Há um agravamento das taxas de tributação autónoma. Em IRS os automóveis de valor superior a 20 mil euros atribuídos pelas empresas aos trabalhadores passam a ser considerados como rendimento em espécie e passarão a ser tributados em 20% para quem tem rendimentos empresariais ou profissionais e está no regime da contabilidade organizada. Abaixo deste valor a tributação autónoma será de 10%.
No IRC, fixam-se nos 15% para carros com custo inferior a 20 mil euros, 27,5 entre os 20 mil e os 35 mil; e os 35% acima de 35 mil euros.
Segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2014 esta medida destina-se a "assegurar que as viaturas atribuídas aos quadros médios e superiores das empresas são consideradas rendimentos em espécie em sede de IRS, deixando de ser tributadas ao nível das empresas".
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Re: Austeridade
Pensava que continuavam a ser tributadas às empresas mas deixavam de contar com um regime especial.. ser tributados aos próprios não sei se será a melhor das ideias porque há muita gente que passou a ter carro da empresa como forma de promoção (ie, não passou a receber mais mas passou a ter um carro da empresa). Essas pessoas agora ficam um bocado apertadas... mas sobre isto não sei praticamente nada...rhinosaur wrote:Outra que está a passar um pouco despercebida...
Parece-me uma medida importante e ética, que me espanta só agora estar a ser implementada. Ou seja, os fantásticos carros dos directores e executivos passam a ser tributados aos próprios, e não exclusivamente às empresas.Tributação autónoma agravada nas viaturas de serviço
Governo quer que as empresas aribuam as viaturas de serviço aos funcionários.
Há um agravamento das taxas de tributação autónoma. Em IRS os automóveis de valor superior a 20 mil euros atribuídos pelas empresas aos trabalhadores passam a ser considerados como rendimento em espécie e passarão a ser tributados em 20% para quem tem rendimentos empresariais ou profissionais e está no regime da contabilidade organizada. Abaixo deste valor a tributação autónoma será de 10%.
No IRC, fixam-se nos 15% para carros com custo inferior a 20 mil euros, 27,5 entre os 20 mil e os 35 mil; e os 35% acima de 35 mil euros.
Segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2014 esta medida destina-se a "assegurar que as viaturas atribuídas aos quadros médios e superiores das empresas são consideradas rendimentos em espécie em sede de IRS, deixando de ser tributadas ao nível das empresas".
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Re: Austeridade
Estava a haver um enorme abuso por parte das empresas que têm usado este mecanismo para retribuir em espécie através da atribuição de viaturas como regalia, a maioria das vezes sem que o carro fosse realmente necessário para exercício de funções.prl wrote:Pensava que continuavam a ser tributadas às empresas mas deixavam de contar com um regime especial.. ser tributados aos próprios não sei se será a melhor das ideias porque há muita gente que passou a ter carro da empresa como forma de promoção (ie, não passou a receber mais mas passou a ter um carro da empresa). Essas pessoas agora ficam um bocado apertadas... mas sobre isto não sei praticamente nada...rhinosaur wrote:Outra que está a passar um pouco despercebida...
Parece-me uma medida importante e ética, que me espanta só agora estar a ser implementada. Ou seja, os fantásticos carros dos directores e executivos passam a ser tributados aos próprios, e não exclusivamente às empresas.Tributação autónoma agravada nas viaturas de serviço
Governo quer que as empresas aribuam as viaturas de serviço aos funcionários.
Há um agravamento das taxas de tributação autónoma. Em IRS os automóveis de valor superior a 20 mil euros atribuídos pelas empresas aos trabalhadores passam a ser considerados como rendimento em espécie e passarão a ser tributados em 20% para quem tem rendimentos empresariais ou profissionais e está no regime da contabilidade organizada. Abaixo deste valor a tributação autónoma será de 10%.
No IRC, fixam-se nos 15% para carros com custo inferior a 20 mil euros, 27,5 entre os 20 mil e os 35 mil; e os 35% acima de 35 mil euros.
Segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2014 esta medida destina-se a "assegurar que as viaturas atribuídas aos quadros médios e superiores das empresas são consideradas rendimentos em espécie em sede de IRS, deixando de ser tributadas ao nível das empresas".
É verdade que há agora muita gente que se vê apanhada de surpresa porque já tinham viatura nestes moldes, mas parece-me uma medida justa de um ponto de vista ético, principalmente para aqueles que trabalham na empresa e não têm viatura, mas que depois vêem a empresa a usar parte das suas receitas para "financiar" estas regalias sem que estas sejam tributadas.
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