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E para compensar?Questionado por António José Seguro sobre um recuo na TSU, Passos Coelho reafirmou que o Governo está disponível para "discutir esta matéria". E garantiu que está determinado, mas não intransigente.
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Aumento brutal do IRS com a mudança nos escalões.. fds.Mudança nos escalões do IRS poderá cortar meio salário
Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas estima que o reenquadramento dos escalões dos impostos "representará um aumento na cobrança na ordem dos 3,5% e 4%", escreve hoje o "Correio da Manhã".
A redução do número de escalões do IRS poderá vir a traduzir-se, no próximo ano, na perda do equivalente a meio salário, segundo escreve hoje o "Correio da Manhã", que cita vários fiscalistas, que esperam a subida do primeiro escalão de 11,5% para 14%.
O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, Domingues Azevedo, disse ao mesmo jornal que "a receita global do IRS, por efeito do reenquadramento dos escalões de rendimento, representará um aumento na cobrança na ordem dos 3,5% e 4%", uma estimativa com a qual concorda o fiscalista Tiago Guerreiro.
O "Correio da Manhã" apresenta ainda um cenário possível para a mudança das taxas de IRS, com base no número de escalões previsto em 1988, com um primeiro escalão a pagar 14% (rendimentos até 7.500 euros por ano), um segundo nos 24,5% (de 7.500 a 30.000 euros), outro de 35,5% (30.000 a 75.000 euros), um de 41,5% (de 75.000 a 150.000 euros) e um último de 46,5% (rendimentos acima de 150.000 euros).
Actualmente o escalão mais baixo de IRS, para rendimentos até 4.898 euros por ano, é de 11,5%, indo o segundo escalão, com IRS de 14%, dos 4.898 a 7.410 euros. No total, existem hoje oito escalões contributivos ao nível do IRS, sendo o máximo de 46,5%.
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