Educação
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Re: Educação
Mas isso é o que eles têm dito, que isto não avalia nada e que é essencialmente uma forma airosa que o governo arranjou de despedir mais gente.
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- miguelbaptista
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Re: Educação
Pronto, então eu percebi mal, pois o que me deu a entender foi que eles foram avisados demasiado em cima, iam pouco preparados para o teste e não tinham conseguido estudar só com 3 dias de antecedência.prl wrote:Mas isso é o que eles têm dito, que isto não avalia nada e que é essencialmente uma forma airosa que o governo arranjou de despedir mais gente.
Re: Educação
Não será para despedir mais gente mas para filtrar "os melhores" para as poucas posições a serem ocupadas. O facto de só os desgraçados com menos de cinco anos de profissão serem avaliados é que me parece ridículo. Os próprios sindicatos não estiveram bem. Ninguém precisa de "estudar" para uma prova de raciocínio lógico.
Corduroy18
- miguelbaptista
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Re: Educação
Mas uma prova destas não filtra nada em termos de competência de ensino.JoãoPM wrote:Não será para despedir mais gente mas para filtrar "os melhores" para as poucas posições a serem ocupadas.
Pois.JoãoPM wrote:O facto de só os desgraçados com menos de cinco anos de profissão serem avaliados é que me parece ridículo. Os próprios sindicatos não estiveram bem. Ninguém precisa de "estudar" para uma prova de raciocínio lógico.
Re: Educação
Por isso as aspas.miguelbaptista wrote:Mas uma prova destas não filtra nada em termos de competência de ensino.JoãoPM wrote:Não será para despedir mais gente mas para filtrar "os melhores" para as poucas posições a serem ocupadas.
Têm políticas de emagrecimento de infraestruturas e pessoal da educação, e depois querem avaliar para descobrir os melhores. =D>
Corduroy18
Re: Educação
Bem, isto é genial
http://observador.pt/2014/09/16/erro/
http://observador.pt/2014/09/16/erro/
As duvidosas médias do MEC que baralham as contas do concurso
Tudo indica que as queixas dos professores relativamente à fórmula utilizada pelo Ministério de Educação e Ciência (MEC) para os concursos de Bolsas de Contratação de Escola (BCE) têm fundamento. Pelo menos é essa interpretação que o Observador e vários especialistas fazem da lei que rege esses concursos e da fórmula adotada pelo MEC para ordenar os professores.
O ponto de partida das dúvidas e protestos dos docentes foi o facto de nas listas aparecerem ultrapassagens de centenas ou milhares de lugares por comparação com as listas nacionais, onde o escalonamento é feito apenas de acordo com a graduação profissional (soma da média final de curso e dos anos de serviço).
O Observador falou com professores e matemáticos, esteve a analisar a fórmula estabelecida pelo MEC, bem como algumas listas de colocação e casos concretos de professores e chegou à conclusão que foi feita uma soma direta entre duas escalas de grandezas diferentes.
A lei é omissa relativamente à fórmula exata que deve ser utilizada. O Decreto-Lei n.º 83-A/2014 de 23 de maio estabelece apenas, no seu artigo 39º, que “são critérios objetivos de seleção” a graduação profissional (soma da média final de curso com o número de anos de serviço) “com a ponderação de 50%” e “a avaliação curricular, seguindo o modelo de currículo definido pela escola, tendo como referência o modelo europeu”. E é tudo.
Como é que então se interpreta e aplica esta norma? A fórmula estabelecida pelo MEC, de acordo com aquilo que está presente numa nota informativa publicada esta segunda-feira pela Direção Geral da Administração Escolar (DGAE), segue o seguinte critério:
Parece claro mas não é. Na verdade o que o MEC fez, pode o Observador confirmar junto de fontes oficiais, foi somar os dois valores e depois dividir por dois. Os resultados constantes das tabelas de ordenamento de docentes, que o Observador também consultou, são coerentes com esta metodologia. E é aqui que começam os problemas.
- Na graduação dos docentes desta bolsa, foi utilizada uma ponderação direta dos valores dos fatores originais: por um lado a graduação profissional declarada pelos candidatos que contribui com 50% do seu valor para a classificação final e, por outro, a ponderação curricular (que contribui também com 50% do seu valor) obtida através da resposta aos subcritérios definidos pelas escolas e com a ponderação atribuída a cada um deles nos termos do artigo 39º.
Como é que se faz uma média?
Na verdade, a graduação profissional está numa escala que começa por ser de base 20 (resultante da nota de licenciatura do docente), mas que na prática é uma escala sem fim, pois a essas médias acrescenta-se o número de anos de docência de cada professor. Ou seja, ao valor de cada média final, obrigatoriamente situado entre os 10 e os 20, somam-se os anos de serviço de cada docente que, para estes universo, não ultrapassarão na maioria dos casos os 10 ou 15 anos.
A escala dos critérios de escola é diferente, indo de 0 a 100. As bases das duas escalas são diferentes – e não se pode somar valores em escalas diferentes sem antes os convertermos à mesma escala. Era como se somássemos quilómetros com milhas, ou graus celsius com graus fahrenheit. Ou seja, para que cada parte da nota de acesso correspondesse a 50% dessa classificação, ambas teriam de ser convertidas à mesma base antes de se somarem os dois valores. Não basta somar tudo e dividir por dois, como se fez para elaborar estas listas.
Neste caso há uma dificuldade adicional: se uma escala é conhecida (os valores variam de 0 a 100), a outra escala não tem máximo conhecido. Há contudo métodos estatísticos que permitiram ultrapassar essa dificuldade – métodos que o Ministério não utilizou.
Ao que o Observador apurou, esta lei já estava em vigor o ano passado e foi então aplicada seguindo este mesmo critério para realizar as listas ordenadas. Porque é que não houve então os mesmos protestos que está a haver este ano? De acordo com as fontes que contactámos isso poderá ter ficado a dever-se ao facto de, então, a escala dos critérios de escola ser de 0 a 10 e não de 0 a 100, como aconteceu este ano. Ou seja, quando se somavam os dois valores, o critério de escola ficava a pesar menos na ordenamento final do que pesou este ano, apenas porque se utilizou uma escala mais pequena. Como consequência disso as alterações no ordenamento dos candidatos por comparação com o ordenamento nacional eram menores, muito menores.
O caso do professor Nuno Meia-Onça
Pode-se compreender melhor o que está em causa olhando para um caso concreto, onde é possível ver como o MEC fez uma soma direta sem converter as escalas.
Nuno Meia-Onça é um professor de Biologia que não ficou colocado e contou ao Observador a sua história. Este professor teve uma média final de licenciatura de 16 valores e o tempo de serviço é de 8 anos e meio. A sua graduação profissional é de 24,5. Dividindo este valor por dois, de acordo com o estabelecido na fórmula, fica com 12,25. Num dos agrupamentos de escolas a que concorreu – Agrupamento de Escolas de Sacavém e Prior Velho – é possível ver que a sua classificação foi de 62.298. Apesar de não saber a pontuação dos critérios de escola, aplicando a fórmula definida pelo MEC, Nuno Meia-Onça conseguiu perceber (subtraindo 12,25 a 62,298) que neste agrupamento específico terá obtido 50,048 nos critérios definidos. Isto significa que a graduação profissional deste professor teve um peso aproximado de 19,7% e que os critérios escolares pesaram 80%. Ou seja, na prática nenhuma das parcelas teve o peso de 50%.
Fernando Zamith, professor de Jornalismo na Universidade do Porto, que enviou um e-mail ao Observador apontando o que considera ser o erro do Ministério da Educação e Ciência, sugeriu que a única forma de corrigir o problema passa por “colocar perto do dobro dos professores, ou seja, dois por cada horário: o que recebeu o e-mail e já aceitou o lugar e aquele que legalmente tem direito ao lugar”.
Ao Observador, Carlos Fiolhais, físico e professor universitário, disse que “se o programa do MEC estiver baseado num erro, é mesmo muito grave porque se está a cometer uma injustiça sistemática, para além da ilegalidade, claro”. “Sendo o ministro matemático, tudo isto é espantoso”, continuou.
Junto de fontes oficiais do Ministério o Observador pode apurar que o critério seguido tanto este ano como ano passado será o suportado pelos consultores jurídicos habituados a trabalhar em concursos na administração pública.
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- edward III
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Re: Educação
Surreal. Andam a brincar com as pessoas.
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Re: Educação
Juntar a isto a barraca do CITIUS e fica mais uma vez provada a (in)competencia deste (des)governo.....
EV - "FDX VOCES SAO OS MAIORES!"
e somos mm......
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Re: Educação
prl wrote:Bem, isto é genial![]()
http://observador.pt/2014/09/16/erro/
As duvidosas médias do MEC que baralham as contas do concurso
Tudo indica que as queixas dos professores relativamente à fórmula utilizada pelo Ministério de Educação e Ciência (MEC) para os concursos de Bolsas de Contratação de Escola (BCE) têm fundamento. Pelo menos é essa interpretação que o Observador e vários especialistas fazem da lei que rege esses concursos e da fórmula adotada pelo MEC para ordenar os professores.
O ponto de partida das dúvidas e protestos dos docentes foi o facto de nas listas aparecerem ultrapassagens de centenas ou milhares de lugares por comparação com as listas nacionais, onde o escalonamento é feito apenas de acordo com a graduação profissional (soma da média final de curso e dos anos de serviço).
O Observador falou com professores e matemáticos, esteve a analisar a fórmula estabelecida pelo MEC, bem como algumas listas de colocação e casos concretos de professores e chegou à conclusão que foi feita uma soma direta entre duas escalas de grandezas diferentes.
A lei é omissa relativamente à fórmula exata que deve ser utilizada. O Decreto-Lei n.º 83-A/2014 de 23 de maio estabelece apenas, no seu artigo 39º, que “são critérios objetivos de seleção” a graduação profissional (soma da média final de curso com o número de anos de serviço) “com a ponderação de 50%” e “a avaliação curricular, seguindo o modelo de currículo definido pela escola, tendo como referência o modelo europeu”. E é tudo.
Como é que então se interpreta e aplica esta norma? A fórmula estabelecida pelo MEC, de acordo com aquilo que está presente numa nota informativa publicada esta segunda-feira pela Direção Geral da Administração Escolar (DGAE), segue o seguinte critério:
Parece claro mas não é. Na verdade o que o MEC fez, pode o Observador confirmar junto de fontes oficiais, foi somar os dois valores e depois dividir por dois. Os resultados constantes das tabelas de ordenamento de docentes, que o Observador também consultou, são coerentes com esta metodologia. E é aqui que começam os problemas.
- Na graduação dos docentes desta bolsa, foi utilizada uma ponderação direta dos valores dos fatores originais: por um lado a graduação profissional declarada pelos candidatos que contribui com 50% do seu valor para a classificação final e, por outro, a ponderação curricular (que contribui também com 50% do seu valor) obtida através da resposta aos subcritérios definidos pelas escolas e com a ponderação atribuída a cada um deles nos termos do artigo 39º.
Como é que se faz uma média?
Na verdade, a graduação profissional está numa escala que começa por ser de base 20 (resultante da nota de licenciatura do docente), mas que na prática é uma escala sem fim, pois a essas médias acrescenta-se o número de anos de docência de cada professor. Ou seja, ao valor de cada média final, obrigatoriamente situado entre os 10 e os 20, somam-se os anos de serviço de cada docente que, para estes universo, não ultrapassarão na maioria dos casos os 10 ou 15 anos.
A escala dos critérios de escola é diferente, indo de 0 a 100. As bases das duas escalas são diferentes – e não se pode somar valores em escalas diferentes sem antes os convertermos à mesma escala. Era como se somássemos quilómetros com milhas, ou graus celsius com graus fahrenheit. Ou seja, para que cada parte da nota de acesso correspondesse a 50% dessa classificação, ambas teriam de ser convertidas à mesma base antes de se somarem os dois valores. Não basta somar tudo e dividir por dois, como se fez para elaborar estas listas.
Neste caso há uma dificuldade adicional: se uma escala é conhecida (os valores variam de 0 a 100), a outra escala não tem máximo conhecido. Há contudo métodos estatísticos que permitiram ultrapassar essa dificuldade – métodos que o Ministério não utilizou.
Ao que o Observador apurou, esta lei já estava em vigor o ano passado e foi então aplicada seguindo este mesmo critério para realizar as listas ordenadas. Porque é que não houve então os mesmos protestos que está a haver este ano? De acordo com as fontes que contactámos isso poderá ter ficado a dever-se ao facto de, então, a escala dos critérios de escola ser de 0 a 10 e não de 0 a 100, como aconteceu este ano. Ou seja, quando se somavam os dois valores, o critério de escola ficava a pesar menos na ordenamento final do que pesou este ano, apenas porque se utilizou uma escala mais pequena. Como consequência disso as alterações no ordenamento dos candidatos por comparação com o ordenamento nacional eram menores, muito menores.
O caso do professor Nuno Meia-Onça
Pode-se compreender melhor o que está em causa olhando para um caso concreto, onde é possível ver como o MEC fez uma soma direta sem converter as escalas.
Nuno Meia-Onça é um professor de Biologia que não ficou colocado e contou ao Observador a sua história. Este professor teve uma média final de licenciatura de 16 valores e o tempo de serviço é de 8 anos e meio. A sua graduação profissional é de 24,5. Dividindo este valor por dois, de acordo com o estabelecido na fórmula, fica com 12,25. Num dos agrupamentos de escolas a que concorreu – Agrupamento de Escolas de Sacavém e Prior Velho – é possível ver que a sua classificação foi de 62.298. Apesar de não saber a pontuação dos critérios de escola, aplicando a fórmula definida pelo MEC, Nuno Meia-Onça conseguiu perceber (subtraindo 12,25 a 62,298) que neste agrupamento específico terá obtido 50,048 nos critérios definidos. Isto significa que a graduação profissional deste professor teve um peso aproximado de 19,7% e que os critérios escolares pesaram 80%. Ou seja, na prática nenhuma das parcelas teve o peso de 50%.
Fernando Zamith, professor de Jornalismo na Universidade do Porto, que enviou um e-mail ao Observador apontando o que considera ser o erro do Ministério da Educação e Ciência, sugeriu que a única forma de corrigir o problema passa por “colocar perto do dobro dos professores, ou seja, dois por cada horário: o que recebeu o e-mail e já aceitou o lugar e aquele que legalmente tem direito ao lugar”.
Ao Observador, Carlos Fiolhais, físico e professor universitário, disse que “se o programa do MEC estiver baseado num erro, é mesmo muito grave porque se está a cometer uma injustiça sistemática, para além da ilegalidade, claro”. “Sendo o ministro matemático, tudo isto é espantoso”, continuou.
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só faz merda o Miguel Esteves Cardoso
Mike McCready is gonna tuck you all in your sleeping bags with this next song
On this page you see a little girl giggling at a hippopotamus. I wonder, why?
http://meter-maid.blogs.sapo.pt/
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- mario_no_code
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- Joined: Thu Dec 21, 2006 6:36 pm
Re: Educação
Há barraca com o sistema de candidatura todos os anos,ou são as médias,ou os critérios, etc.

Re: Educação
NothingW wrote:só faz merda o Miguel Esteves Cardoso
Light travels faster than sound, that's why people appear bright before they start to speak...
Re: Educação
Sunshower wrote:NothingW wrote:só faz merda o Miguel Esteves Cardoso
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- mario_no_code
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- Joined: Thu Dec 21, 2006 6:36 pm
Re: Educação
Este ano só deu barraca porque houve a barraca do Citius antes, todos acontecem coisas do género na Educação. Ainda há muitas vagas por preencher e várias turmas sem professores em muitas escolas. De ano para ano isto acontece cada vez mais por incompetência dos sucessivos ministérios.
Aborrece-me a forma como Portugal trata a Educação. Não é só o governo, são os pais e a opinião pública. Os primeiros porque são incompetentes e cada vez com maior dificuldade em gerir estas situações pela cada vez maior centralização das decisões no ministério, os segundos porque convivem com esta mediocridade e raramente fazem algo em larga escala e a terceira porque está a leste do que se passa na Educação por mera falta de interesse.
Assim não vamos lá. A Educação é a base da sociedade, e enquanto o pilar da nossa educação for apenas exames para tudo e mais alguma coisa para fazer de conta que temos um sistema rigoroso algo está muito errado e Portugal não se vai levantar durante décadas.
Aborrece-me a forma como Portugal trata a Educação. Não é só o governo, são os pais e a opinião pública. Os primeiros porque são incompetentes e cada vez com maior dificuldade em gerir estas situações pela cada vez maior centralização das decisões no ministério, os segundos porque convivem com esta mediocridade e raramente fazem algo em larga escala e a terceira porque está a leste do que se passa na Educação por mera falta de interesse.
Assim não vamos lá. A Educação é a base da sociedade, e enquanto o pilar da nossa educação for apenas exames para tudo e mais alguma coisa para fazer de conta que temos um sistema rigoroso algo está muito errado e Portugal não se vai levantar durante décadas.

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