Foreverdrunk wrote:Off-topic, Rodrigo esse avatar é qualquer coisa![]()
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2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
Moderator: Mods Pearl Jam
Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
prl wrote:Foreverdrunk wrote:Off-topic, Rodrigo esse avatar é qualquer coisa![]()
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Believe in nothing, believe me....
Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
putain! grande setlist
tremor, quando voltares queremos review

tremor, quando voltares queremos review
rhinosaur wrote:Além disso, acho que deu para ver mais o Stone de frente.
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22.06.2014Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
Pearl Jam's Mike McCready Takes You Backstage at NYC's Barclays Center
http://abcnews.go.com/GMA/video/pearl-j ... s-20644090

http://abcnews.go.com/GMA/video/pearl-j ... s-20644090
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
° Sorry for my portuguese, but I'm French °
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14.07.2018- tremor_christus
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
Oi malta! Peço desculpas pelo review atrasado, mas cheguei ontem de manhã e fui directo para o trabalho sem dormir, e hibernei até agora!
Estive praticamente sem acesso à net durante esta última semana (o meu dumbphone não apanha wi-fi e não levei o portátil), e só tinha acesso pagando $2 por 20 min. no hostel.
Ora bem, devo dizer que me é difícil analisar por separado tudo o que vi. Olho para estes 4 concertos como um todo, dada a "brutalidade" daquilo a que tive o privilégio e a sorte de assisitir.
Portanto, vou juntar as reviews todas no mesmo post (ainda que tentando dividir por concertos) e postá-lo nos tópicos dos 4 concertos (se calhar há uma forma melhor de fazer isto, mas neste momento não se me ocorre... Srs. moderadores, feel free to relocate!)
A companhia foi excelente, pessoal que muitos de vocês conhecem, e que eu tive o privilégio de conhecer alguns no ano passado e outros nesta ocasião. Karen, Jen, Rick, George, Rafael, Melanie, tudo malta porreiríssima.
Comprei o bilhete que me faltava para Brooklyn #2 a uma italiana do famoso grupo que já foi aqui comentado. Não tenho nada a apontar, miúda 5 estrelas e o namorado também. Voltaram de Filadélfia no mesmo autocarro que eu.
Os lugares que consegui para as noites de Brooklyn eram atrás do palco, Mike side, e devo dizer que estava à espera de bastante pior. É uma perspectiva diferente, mas igualmente boa, e vêem-se pormenores que noutros locais nos escapam (como o Dennis Rodman a curtir na 1ª fila, deu para tirar algumas fotos e tudo). Em Philly #1 fiquei na lateral, também Mike side, e em Philly #2 era para ir para a GA com o spare da Karen, mas como fui operado há pouco tempo disse-lhe que ia tentar trocar por um 10C reserved, e ela amavelmente trocou o dela também, e ficámos sentados imediatamente atrás da GA, Stone side. Confesso que a visibilidade dos lugares atrás do palco me convenceu mais, sobretudo porque estava muito mais perto da banda. E eles viravam-se e corriam (sobretudo o Mike) a toda a volta, portanto acaba por compensar.
Começando então a análise… na primeira noite de Brooklyn, o Ed pareceu-me ter a voz um pouco afectada (possivelmente ainda a recuperar da carraspana de Worcester). Na 2ª noite esteve bem melhor, começou muito poderoso, apesar de ter decaído ao longo do concerto.
Abrir com a Pendulum invariavelmente resulta bastante bem, seguindo-se qualquer uma das openers tradicionais. Eu nunca tinha visto a Wash e tive a sorte de a ter em duas noites.
Em Brooklyn #1 destaco obviamente a Chloe Dancer/Crown of Thorns, foi qualquer coisa de épico, que eu esperava ver desde há muitos anos… poderia ter sido mais épico, não tivesse eu um otário ao meu lado que passou o concerto todo a meter linhas de coca e que amavelmente me gritou aos ouvidos “I desserve credit for this song! I wrote a letter to the band because my brother died the same day as Andy Wood!”, portanto perdi uma boa parte da Chloe Dancer graças a este pacóvio. Mas foi épico na mesma!
A epicidade atingiu o seu auge no encore, quando o Ed começa a falar das ondas da costa Este (e eu tendenciosamente lembrei-me da boot de Tampa 2000 com a Tremor Christ “Even the East coast can get big big waves”), e de repente começa a contagem e… Oceans! Goosebumps all over… tenho noção de que sou um felizardo por ter tido Oceans em Berlim 2012 e agora, quando há gente com 70 concertos que nunca a conseguiu ver…
Com a fasquia já elevadíssima, o Eddie começa a dissertar sobre um gajo que tem de se levantar todos os dias para trabalhar num emprego do qual não gosta, “wearing a clip tie”… gritei logo “Sleight of Hand” e fez-se magia… outra que andava a perseguir desde 2000. Destaco ainda a Porch com o Eddie pendurado nas luzes (coisa que viria a repetir nas noites seguintes), mas que nesta noite correu mal porque o globo veio embater no micro e ele deve ter ficado parcialmente surdo, porque no final atirou com o mic stand todo lixado (pelo menos pareceu-me). Para rockar no final, outra relíquia que nunca esperei ouvir, e que ouvia incessantemente nas boots velhinhas da Carbono… Sonic Reducer! Que poder! O final com a Indifference só seria melhor se as luzes estivessem apagadas…
Saltando para Brooklyn #2, gostei menos, sobretudo porque tocaram muita coisa que eu já tinha visto em quase todos os concertos, mas egoísmos à parte, foi uma setlist excelente, com várias pérolas. Destaco como estreias minhas a Wash, Rats (dedicada aos senhores do Financial District), All Those Yesterdays e Leaving Here. Sem palavras… Para não falar das sequências Present Tense/Rats, Whipping/Blood, e Footsteps a abrir o 1º encore (com gente a sair para ir buscar cervejas durante a mesma… mas já analisarei o público mais adiante). A seguir à Yellow Ledbetter o Mike tocou o Star Spangled Banner, e foi a loucura. Ver isto no meio de americanos só deve ser comparável a quando o Nuno Bettencourt tocou “A Portuguesa” no Coliseu em 2008…
Moving to Philly #1. Com esta noite (e a ATY de Bk#2) praticamente fechei o Yield (falta-me a No Way). Que brutalidade de setlist! Destaco o primeiro encore, que foi de ir às lágrimas. Nunca tinha visto a Man of the Hour nem a Off He Goes, que são das minhas favoritas. Vê-las seguidas foi inesquecível. A Mother foi totalmente inesperada, não contava voltar a vê-la depois de Berlim. Emoções ao máximo nesta fase… Até este dia não simpatizava muito com a ½ Full, era das que menos gostava do Riot Act. Depois de ver esta versão mudei completamente de opinião e rendi-me à música. Que malha! Não sei se foi desta versão em particular, mas as guitarras estavam poderosíssimas, e a voz do Ed também. Foi o aniversário do Boom, o que deu direito a ter o irmão dele em palco, e obviamente a Crazy Mary! Que pelo que ouvi desta versão, está à altura de State College 2003, nos solos do Mike e Boom. Tenho de ouvir a bootleg para confirmar, mas foi a melhor versão que ouvi ao vivo, sem dúvida.
Philly #2 foi provavelmente a noite com a setlist que menos gostei, excepção feita às míticas Satan’s Bed e Breath, que salvaram a noite. Tendo em conta a data que era, coincidindo com o 23º aniversário deles, esperava algo mais… estreei também a Parachutes, foi muito bom. Mas soube a pouco. Guardo mais memórias das outras 3 noites em termos de setlists, desta guardo a companhia da Karen sempre animada e a visão diferente atrás da GA, de frente para a banda, mas longe do palco…
Em relação às músicas novas, soam bastante bem ao vivo. A Pendulum é uma opener do caraças! Cria uma atmosfera densa e “acinzentada”, como se pretende num início de concerto deles (pelo menos para mim). A MYM rocka ao nível de uma STBC (que também estreei), como já esperava. A Infallible não me convenceu muito, ao contrário da Sirens, que soa fantástica ao vivo, com o Mike a trocar da acústica para a eléctrica antes do solo, e depois o Eddie a pegar na acústica, boa cena. Na 1ª noite houve um problema com a guitarra do Ed, que estava desafinada, e ele no final atirou-a para o chão todo lixado (até penso que houve um falso começo nesta música). A Let the Records play soa tão bem como no disco. A minha favorita do álbum, Yellow Moon, desiludiu-me um pouco ao vivo. Acho que o Ed nunca atingiu o nível vocal do original. A Future Days, digam o que disserem, é uma excelente canção, e ao vivo fica óptima. A Lighting Bolt proporciona uma grande jam no final, com eles todos a rockarem e a curtirem, fica muito fixe. A Swallowed Hole… meh.
Quanto ao público em geral, merdoso. Quando vejo milhares de pessoas paradas durante a STBC, não consigo perceber. Da mesma forma que não percebo que se saia várias vezes para ir buscar cerveja, seja durante a Footsteps, ou durante o solo da Even Flow… põe-me doente! Para não falar de que quando começa o riff da Yellow Ledbetter as pessoas começam a bazar… nunca tinha visto nada assim. Público de merda, não merecem a banda que têm. Mas é só a minha opinião…
A experiência de ver um concerto de PJ sentado começa-me a convencer. Um gajo já não vai para novo, e o pit é um bocado caótico. Pagava para voltar a ter estes lugares, e poder sentar-me quando eles saem para o Encore Break, ou ver a Yellow Moon sentado pelo menos uma vez, que foi brutal (imaginei-me por momentos na Aula Magna).
Queria dizer mais coisas mas de momento não se me ocorrem. Vou comentando à medida que me lembrar, em posts futuros. Esta tour tem tudo para ser das melhores dos últimos anos, quer a nível de quantidade de músicas, quer da escolha das setlists. A performance está ao nível dos últimos anos, não podemos exigir mais aos velhotes, mas globalmente foi épico!! A Europa para o ano vai ferver…
Ah, só mais uma coisa! A DTE voltou ao seu formato normal (deixando de ser Do the Merdolution) na 2ª noite de Philly! O Rhinosaur precisava de saber disto!
Mas confesso que me irritou um bocado "levar" com a DTE em quase todas as noites, e a GTF em todas. A Porch não me importei nada!
Destaco ainda que quando soube que o Bruce Springsteen estava no soundpit em Philly #2 e fui até lá, já só vi a cadeira... mas vi fotos que pessoal tirou e realmente ele estava lá (o Ed até o referiu como inspiração no final).
Estive praticamente sem acesso à net durante esta última semana (o meu dumbphone não apanha wi-fi e não levei o portátil), e só tinha acesso pagando $2 por 20 min. no hostel.
Ora bem, devo dizer que me é difícil analisar por separado tudo o que vi. Olho para estes 4 concertos como um todo, dada a "brutalidade" daquilo a que tive o privilégio e a sorte de assisitir.
Portanto, vou juntar as reviews todas no mesmo post (ainda que tentando dividir por concertos) e postá-lo nos tópicos dos 4 concertos (se calhar há uma forma melhor de fazer isto, mas neste momento não se me ocorre... Srs. moderadores, feel free to relocate!)
A companhia foi excelente, pessoal que muitos de vocês conhecem, e que eu tive o privilégio de conhecer alguns no ano passado e outros nesta ocasião. Karen, Jen, Rick, George, Rafael, Melanie, tudo malta porreiríssima.
Comprei o bilhete que me faltava para Brooklyn #2 a uma italiana do famoso grupo que já foi aqui comentado. Não tenho nada a apontar, miúda 5 estrelas e o namorado também. Voltaram de Filadélfia no mesmo autocarro que eu.
Os lugares que consegui para as noites de Brooklyn eram atrás do palco, Mike side, e devo dizer que estava à espera de bastante pior. É uma perspectiva diferente, mas igualmente boa, e vêem-se pormenores que noutros locais nos escapam (como o Dennis Rodman a curtir na 1ª fila, deu para tirar algumas fotos e tudo). Em Philly #1 fiquei na lateral, também Mike side, e em Philly #2 era para ir para a GA com o spare da Karen, mas como fui operado há pouco tempo disse-lhe que ia tentar trocar por um 10C reserved, e ela amavelmente trocou o dela também, e ficámos sentados imediatamente atrás da GA, Stone side. Confesso que a visibilidade dos lugares atrás do palco me convenceu mais, sobretudo porque estava muito mais perto da banda. E eles viravam-se e corriam (sobretudo o Mike) a toda a volta, portanto acaba por compensar.
Começando então a análise… na primeira noite de Brooklyn, o Ed pareceu-me ter a voz um pouco afectada (possivelmente ainda a recuperar da carraspana de Worcester). Na 2ª noite esteve bem melhor, começou muito poderoso, apesar de ter decaído ao longo do concerto.
Abrir com a Pendulum invariavelmente resulta bastante bem, seguindo-se qualquer uma das openers tradicionais. Eu nunca tinha visto a Wash e tive a sorte de a ter em duas noites.
Em Brooklyn #1 destaco obviamente a Chloe Dancer/Crown of Thorns, foi qualquer coisa de épico, que eu esperava ver desde há muitos anos… poderia ter sido mais épico, não tivesse eu um otário ao meu lado que passou o concerto todo a meter linhas de coca e que amavelmente me gritou aos ouvidos “I desserve credit for this song! I wrote a letter to the band because my brother died the same day as Andy Wood!”, portanto perdi uma boa parte da Chloe Dancer graças a este pacóvio. Mas foi épico na mesma!
A epicidade atingiu o seu auge no encore, quando o Ed começa a falar das ondas da costa Este (e eu tendenciosamente lembrei-me da boot de Tampa 2000 com a Tremor Christ “Even the East coast can get big big waves”), e de repente começa a contagem e… Oceans! Goosebumps all over… tenho noção de que sou um felizardo por ter tido Oceans em Berlim 2012 e agora, quando há gente com 70 concertos que nunca a conseguiu ver…
Com a fasquia já elevadíssima, o Eddie começa a dissertar sobre um gajo que tem de se levantar todos os dias para trabalhar num emprego do qual não gosta, “wearing a clip tie”… gritei logo “Sleight of Hand” e fez-se magia… outra que andava a perseguir desde 2000. Destaco ainda a Porch com o Eddie pendurado nas luzes (coisa que viria a repetir nas noites seguintes), mas que nesta noite correu mal porque o globo veio embater no micro e ele deve ter ficado parcialmente surdo, porque no final atirou com o mic stand todo lixado (pelo menos pareceu-me). Para rockar no final, outra relíquia que nunca esperei ouvir, e que ouvia incessantemente nas boots velhinhas da Carbono… Sonic Reducer! Que poder! O final com a Indifference só seria melhor se as luzes estivessem apagadas…
Saltando para Brooklyn #2, gostei menos, sobretudo porque tocaram muita coisa que eu já tinha visto em quase todos os concertos, mas egoísmos à parte, foi uma setlist excelente, com várias pérolas. Destaco como estreias minhas a Wash, Rats (dedicada aos senhores do Financial District), All Those Yesterdays e Leaving Here. Sem palavras… Para não falar das sequências Present Tense/Rats, Whipping/Blood, e Footsteps a abrir o 1º encore (com gente a sair para ir buscar cervejas durante a mesma… mas já analisarei o público mais adiante). A seguir à Yellow Ledbetter o Mike tocou o Star Spangled Banner, e foi a loucura. Ver isto no meio de americanos só deve ser comparável a quando o Nuno Bettencourt tocou “A Portuguesa” no Coliseu em 2008…
Moving to Philly #1. Com esta noite (e a ATY de Bk#2) praticamente fechei o Yield (falta-me a No Way). Que brutalidade de setlist! Destaco o primeiro encore, que foi de ir às lágrimas. Nunca tinha visto a Man of the Hour nem a Off He Goes, que são das minhas favoritas. Vê-las seguidas foi inesquecível. A Mother foi totalmente inesperada, não contava voltar a vê-la depois de Berlim. Emoções ao máximo nesta fase… Até este dia não simpatizava muito com a ½ Full, era das que menos gostava do Riot Act. Depois de ver esta versão mudei completamente de opinião e rendi-me à música. Que malha! Não sei se foi desta versão em particular, mas as guitarras estavam poderosíssimas, e a voz do Ed também. Foi o aniversário do Boom, o que deu direito a ter o irmão dele em palco, e obviamente a Crazy Mary! Que pelo que ouvi desta versão, está à altura de State College 2003, nos solos do Mike e Boom. Tenho de ouvir a bootleg para confirmar, mas foi a melhor versão que ouvi ao vivo, sem dúvida.
Philly #2 foi provavelmente a noite com a setlist que menos gostei, excepção feita às míticas Satan’s Bed e Breath, que salvaram a noite. Tendo em conta a data que era, coincidindo com o 23º aniversário deles, esperava algo mais… estreei também a Parachutes, foi muito bom. Mas soube a pouco. Guardo mais memórias das outras 3 noites em termos de setlists, desta guardo a companhia da Karen sempre animada e a visão diferente atrás da GA, de frente para a banda, mas longe do palco…
Em relação às músicas novas, soam bastante bem ao vivo. A Pendulum é uma opener do caraças! Cria uma atmosfera densa e “acinzentada”, como se pretende num início de concerto deles (pelo menos para mim). A MYM rocka ao nível de uma STBC (que também estreei), como já esperava. A Infallible não me convenceu muito, ao contrário da Sirens, que soa fantástica ao vivo, com o Mike a trocar da acústica para a eléctrica antes do solo, e depois o Eddie a pegar na acústica, boa cena. Na 1ª noite houve um problema com a guitarra do Ed, que estava desafinada, e ele no final atirou-a para o chão todo lixado (até penso que houve um falso começo nesta música). A Let the Records play soa tão bem como no disco. A minha favorita do álbum, Yellow Moon, desiludiu-me um pouco ao vivo. Acho que o Ed nunca atingiu o nível vocal do original. A Future Days, digam o que disserem, é uma excelente canção, e ao vivo fica óptima. A Lighting Bolt proporciona uma grande jam no final, com eles todos a rockarem e a curtirem, fica muito fixe. A Swallowed Hole… meh.
Quanto ao público em geral, merdoso. Quando vejo milhares de pessoas paradas durante a STBC, não consigo perceber. Da mesma forma que não percebo que se saia várias vezes para ir buscar cerveja, seja durante a Footsteps, ou durante o solo da Even Flow… põe-me doente! Para não falar de que quando começa o riff da Yellow Ledbetter as pessoas começam a bazar… nunca tinha visto nada assim. Público de merda, não merecem a banda que têm. Mas é só a minha opinião…
A experiência de ver um concerto de PJ sentado começa-me a convencer. Um gajo já não vai para novo, e o pit é um bocado caótico. Pagava para voltar a ter estes lugares, e poder sentar-me quando eles saem para o Encore Break, ou ver a Yellow Moon sentado pelo menos uma vez, que foi brutal (imaginei-me por momentos na Aula Magna).
Queria dizer mais coisas mas de momento não se me ocorrem. Vou comentando à medida que me lembrar, em posts futuros. Esta tour tem tudo para ser das melhores dos últimos anos, quer a nível de quantidade de músicas, quer da escolha das setlists. A performance está ao nível dos últimos anos, não podemos exigir mais aos velhotes, mas globalmente foi épico!! A Europa para o ano vai ferver…
Ah, só mais uma coisa! A DTE voltou ao seu formato normal (deixando de ser Do the Merdolution) na 2ª noite de Philly! O Rhinosaur precisava de saber disto!
Destaco ainda que quando soube que o Bruce Springsteen estava no soundpit em Philly #2 e fui até lá, já só vi a cadeira... mas vi fotos que pessoal tirou e realmente ele estava lá (o Ed até o referiu como inspiração no final).
Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
a tua capacidade de sintese é pessima tremor 
- tremor_christus
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
Eu seicubic wrote:a tua capacidade de sintese é pessima tremor
- edward III
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
lolol tava a brincar mantremor_christus wrote:Eu seicubic wrote:a tua capacidade de sintese é pessima tremorMas foram 4 concertos, tinha que falar um pouco de tudo...
- tremor_christus
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
:wink:cubic wrote:lolol tava a brincar mantremor_christus wrote:Eu seicubic wrote:a tua capacidade de sintese é pessima tremorMas foram 4 concertos, tinha que falar um pouco de tudo...
- Foreverdrunk
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
Excelentes reviews. O público é mimado por lá, por terem muitos concertos e pelas condições que tem. Senti o mesmo no meu primeiro concerto em Philly 05 e só pensava como é que eles estavam a sair com o concerto ainda a decorrer.
Acho que é bom analisar as músicas, o ambiente, etc.. mas o que conta para mim, no final, é se te divertiste ou passaste um bom bocado. E isso é indiscutível em quase todos os concertos de Pearl Jam. Como falaste, vê-se pessoas que só se vêem de tour em tour, estamos em sítios novos, de férias, ouvem-se músicas novas e vai-se completando os albuns, quase como se estivessemos a coleccionar cromos.
Foi a primeira vez nos States? Apanhaste umas sets muito boas, pelo menos no papel. Memoráveis!
Acho que é bom analisar as músicas, o ambiente, etc.. mas o que conta para mim, no final, é se te divertiste ou passaste um bom bocado. E isso é indiscutível em quase todos os concertos de Pearl Jam. Como falaste, vê-se pessoas que só se vêem de tour em tour, estamos em sítios novos, de férias, ouvem-se músicas novas e vai-se completando os albuns, quase como se estivessemos a coleccionar cromos.
Foi a primeira vez nos States? Apanhaste umas sets muito boas, pelo menos no papel. Memoráveis!
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14.07 - tremor_christus
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
Foi a primeira vez!Foreverdrunk wrote:Excelentes reviews. O público é mimado por lá, por terem muitos concertos e pelas condições que tem. Senti o mesmo no meu primeiro concerto em Philly 05 e só pensava como é que eles estavam a sair com o concerto ainda a decorrer.
Acho que é bom analisar as músicas, o ambiente, etc.. mas o que conta para mim, no final, é se te divertiste ou passaste um bom bocado. E isso é indiscutível em quase todos os concertos de Pearl Jam. Como falaste, vê-se pessoas que só se vêem de tour em tour, estamos em sítios novos, de férias, ouvem-se músicas novas e vai-se completando os albuns, quase como se estivessemos a coleccionar cromos.
Foi a primeira vez nos States? Apanhaste umas sets muito boas, pelo menos no papel. Memoráveis!
Mas temos de pensar na grande parte do público que os estará a ver pela primeira vez (e penso que eles também têm isso em conta, daí repetirem a GTF todas as noites, e nestas 4 que vi também a Porch).
- edward III
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Re: 2013/10/18 - Barclays Center: Brooklyn, NY
É por isso que eu gosto tanto da 1a fila. Mesmo um concerto mediano como o de Madrid 2006 deixa-nos em extâse.
E ficando mais atrás de facto por vezes existe uma sensação de " outra vez a GTF". Mas falamos de barriga cheia
Também depende da companhia. No Alive 2010 todos os temas foram uma festa por estar rodeado do pessoal do forum. Isso fez e faz a diferença.
E ficando mais atrás de facto por vezes existe uma sensação de " outra vez a GTF". Mas falamos de barriga cheia
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