E foi um professor a ter esta brilhante ideia lolUma escola em Montemor-o-Velho teve a ideia muito pouco lúcida de melhorar os resultados dos alunos utilizando a ideia sem nexo do fosfenismo.
A incrivelmente ridícula ideia diz que se uma pessoa olhar para uma luz durante algum tempo, e pensar num determinado aspecto (ex: aprender matemática), então vai conseguir transformar a energia da luz em energia cerebral matemática (neste caso).
Enfim… são os “resultados milagrosos” da “tudoterapia” – qualquer treta que se invente e que se engane as pessoas dizendo que é uma terapia credível.
“Os ecos chegaram à Escola Básica do 2.º e 3.º ciclos de Arazede (freguesia rural do concelho de Montemor-o-Velho), que decidiu esta ano aplicar esta técnica alternativa, que não está aprovada pela autoridades de saúde, a alunos com dificuldades de aprendizagem e de comportamento. Ontem, já depois de ter sido contactada pelo PÚBLICO, a escola suspendeu a experiência.
Os seus seguidores afirmam que o fosfenismo, desenvolvido pelo médico francês Francis Lefebure, permite “amplificar as capacidades cerebrais”, melhorar a memória, o comportamento e as notas escolares. Para além de ser “repousante”. Isto alcança-se através do que chamam a “conjugação fosfénica” – a associação de um pensamento a um determinado tipo de luz ou, mais precisamente, às manchas coloridas que se obtêm depois de se fixar uma fonte luminosa, os chamados fosfenos.
Para se obter os efeitos desejados, acrescentam, a fonte luminosa em causa terá de ser uma lâmpada opaca branca de 75 w, especificamente criada para o efeito: a lâmpada fosfénica, que se compra através das associações ligadas ao movimento, com preços que vão de 32 a 228 euros.
À escola de Arazede, que tem cerca de 300 alunos, a ideia chegou em 2010, pela mão de um dos seus professores. (…)
Para a chamada conjugação fosfénica é preciso que o aluno se sente a curta distância de uma lâmpada e que a fixe durante curtos períodos de tempo. Depois apaga-se a lâmpada e surgem os fosfenos: manchas luminosas que variam de cor, de amarelo a azul. Os pensamentos que devem ser mobilizados em simultâneo são distintos consoante as disciplinas em que os alunos têm dificuldades. Se for Matemática, pensa-se numa fórmula, se for Português, numa palavra ou numa construção gramatical, etc.”
Leiam o artigo no Público.
Educação
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Educação
Ainda não há nenhum tópico para isto (acho) por isso, e para não estar sempre a espalhar as notícias nos mesmos sítios, fica este... e para começar:
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Re: Educação
o lugar disto era no funny/estranho/qq coisa.....
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Re: Educação
Tanta pressa com aumentos de impostos, com multas, com exigências às pessoas, mas as obrigações são só num sentido porque o Estado pelos vistos não tem que cumprir. E entretanto, pessoas que fazem trabalho de valor (aqueles que não são piegas, aqueles que saem da sua "zona de conforto", aqueles que vão lá para fora) vivem sem o dinheiro que deviam receber de quem tanto lhes exige.
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Int ... t_id=50580
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Int ... t_id=50580
Bolseiros afundados em dívidas
Estudantes de doutoramento com bolsa Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) estão há meses à espera de começar a receber. Há casos dramáticos de endividamento. E quem esteja no estrangeiro à beira de desistir.
As expectativas dos bolseiros de doutoramento da FCT desceram ao nível das suas contas bancárias: a zeros.
As demoras no pagamento das bolsas são cada vez maiores, afectando milhares de estudantes em Portugal e no estrangeiro. A situação está a obrigar alguns dos jovens mais promissores do país a viver tempos de desespero, acumulando dívidas.
No Reino Unido, a portuguesa Ana Pereira (nome fictício) aguarda desde o início do ano pelas primeiras libras. Desde essa altura que tem podido contar com a ajuda dos pais, que suportam os cerca de 1.200 euros mensais das despesas da investigadora. Era suposto já ter vindo «algumas vezes a Portugal», mas teve de cancelar por falta de dinheiro.
A jovem ponderou ignorar a exclusividade (imposta pela FCT) e dar aulas de Português naquele país, mas por enquanto vai esperar que tudo se resolva dentro da legalidade.
Em cima da mesa esteve até a suspensão da matrícula. É que cabe aos bolseiros no estrangeiro pagar as propinas na instituição de acolhimento, sendo depois ressarcidos pela FCT, mas nem o vencimento mensal nem essa verba chegaram às mãos da bolseira, e os pais não podiam suportar também os quatro mil euros semestrais. Confrontado com a hipótese da desistência da aluna, o departamento onde estuda decidiu avançar a verba à Universidade e aguardar que o dinheiro siga de Portugal para a estudante. «Mas vai ser sempre este drama, todos os semestres», antecipa.
Maria Sousa (nome fictício) tem uma bolsa mista e há alguns meses tinha a vida planeada para neste momento estar em Nova Iorque, em pesquisa no Metropolitan Museum of Art. Foi apenas uma das contas que lhe saíram ao contrário: «Sem bolsa, obviamente que tive de abandonar os meus planos iniciais».
Espera atravessar o Atlântico em Julho e Agosto, mas só poderá comprar o bilhete quando tiver o dinheiro. «Vou pagar um balúrdio por comprar tão em cima da hora. Isto, se receber entretanto», lamenta, enquanto soma as despesas correntes: «Quando o dinheiro com retroactivos chegar, pouco restará no final». Feitas as contas, olha para trás: «Se eu soubesse que a situação ia chegar a este ponto, nem teria concorrido».
‘Tenho o banco à perna’
Helder Silva, de 26 anos, está há três meses à espera dos 980 euros da bolsa para o doutoramento em Engenharia Química e Biológica, na Universidade do Minho, que foi aprovado pela FCT. Por acreditar que tudo iria correr normalmente, interrompeu um outro projecto que estava a desenvolver na mesma universidade e que lhe assegurava um rendimento mensal. Agora vive aflito: já deve 850 euros a amigos, e o valor poderá engrossar com a prestação e o seguro do carro que se aproximam: «É uma situação muito aflitiva. Estou sem soluções e equaciono fazer um empréstimo online».
Hélder sublinha ainda o facto de a FCT «não pagar juros de mora aos bolseiros» a quem não paga a tempo, quando estes não conseguem escapar aos das instituições de crédito e da Segurança Social. Além disso, este bolseiro lembra que, por ter sido contratado pela FCT, não pode trabalhar para mais ninguém, «mesmo enquanto não recebe a bolsa».
Para Ricardo Duarte, de 27 anos, os atrasos da FCT têm resultado em «meses de dívidas acumuladas» e as coisas só não são piores devido à ajuda de familiares. O pai emigrou e é o que lhe tem valido. Sem meios financeiros para mais, trabalha «a meio gás» no seu projecto em História, na Universidade Nova. A pesquisa de arquivo que devia ter começado em Janeiro continua em pausa. Com as deslocações limitadas às indispensáveis, a Biblioteca Nacional tem estado fora do roteiro e as encomendas de livros fora de hipótese.
Sem receber «desde o início do ano», João Costa, da Universidade do Minho, chega ao final de Maio «metido em alhadas financeiras»: «Tenho o banco à perna pois tenho a prestação da casa em atraso».
O jovem doutorando na área das engenharias aguentou «por causa das promessas da FCT» que apontavam para esta altura os primeiros pagamentos. Já nem os cartões de crédito a que recorreu lhe valem. «Agora deram o dito por não dito e dizem que só em Julho iremos de facto receber», acrescenta. Tem pedido respostas à FCT, mas os contactos que mais frequentemente tem recebido vêm de onde menos desejaria: «Tenho o banco a ligar-me todas as semanas a perguntar quando vou pagar e a dizer que vão comunicar aos meus fiadores e ao Banco de Portugal».
Acusações à FCT
O cartão de crédito foi uma das soluções de Rita Abreu (nome fictício), mas «neste momento já está estoirado». O mesmo sucede na Segurança Social, a quem terá de pagar o valor em falta e a percentagem pelo atraso. Os pais têm ajudado, mas com casa, carro e outras despesas, «isto não é solução»: «Vai-se sobrevivendo assim…».
Ricardo Ressurreição nem poderá ser acusado de ser imprevidente. Poupou para os primeiros meses, mas depois disso, viu-se obrigado a recorrer a terceiros: «Tenho conseguido orientar-me com pouco dinheiro, emprestado por um amigo que trabalha no estrangeiro». Enquanto estuda Geologia num laboratório público, o Seguro Social Voluntário (SSV) está por pagar desde Janeiro. Mas os juros são certos e os pais «não têm condições» para o ajudar financeiramente.
Já os pais de Philippe Ramos, bolseiro de Engenharia Biológica, até o podem apoiar, mas não era isso que ele esperava depois de ter conquistado a independência financeira. «Sou bolseiro da FCT desde 1 de Janeiro de 2012 e ainda não recebi qualquer pagamento», resume. Ficou meses sem informações e em Abril contactou a FCT. Disseram-lhe que não receberia em Maio, mas sim em Junho. Mesmo assim, o estudante da Universidade do Minho não está optimista: «Houve colegas meus que entregaram os documentos ao mesmo tempo que eu e souberam agora que provavelmente só receberão em Julho». Obrigado a pedir dinheiro aos pais sem lhes poder dizer quando o restituirá, Philippe contesta o modo como todo o processo é gerido: «Temos de trabalhar sem saber quando e como é que vamos receber».
Um doutorando da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa que prefere não revelar o nome usa argumentos semelhantes para descrever esta «situação lamentável». Sem conseguir dedicar-se a tempo inteiro ao doutoramento, acusa a FCT de estar a «ser desonesta e a demonstrar desprezo para com os seus investigadores». Ricardo Duarte, por seu turno, mostra-se triste com a «situação dramática que muitos bolseiros vivem».
Metade por pagar
Em resposta ao SOL, fonte oficial da FCT admite que dos 2.216 bolseiros seleccionados, só cerca de metade começou a receber. Mas refuta responsabilidades :«Não se pode dizer que existam atrasos no pagamento aos bolseiros de investigação da FCT. O que acontece é que existem processos relativos ao concurso de bolsas de 2011 cuja execução ainda não se iniciou por não estar terminado o respectivo processo de atribuição».
Este organismo alega que o pagamento só arranca quando os serviços verificam todos os documentos. Será esta situação a provocar a demora. Além disso, «há processos que ainda não estão completos e que ainda estão no prazo legal para serem completados».
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Re: Educação
Enquanto isso...:
Ministério vai criar 300 bolsas de investigação em 2013
Novidade foi dada pela secretária de Estado Leonor Parreira à margem da entrega dos prémios “Seeds of Science”, na revista Ciência Hoje.
O Ministério da Educação e da Ciência vai aumentar substancialmente, em 2013, o número de bolsas de investigação, passando da 80 deste ano, para o número redondo de 300.
Trata-se, segundo a secretária de Estado da Ciência, Leonor Parreira, de «incentivar o desenvolvimento das carreiras dos investigadores», uma vez que, ao abrigo do novo regulamento, podem escolher a instituição onde vão investigar.
Ministério vai criar 300 bolsas de investigação em 2013
Novidade foi dada pela secretária de Estado Leonor Parreira à margem da entrega dos prémios “Seeds of Science”, na revista Ciência Hoje.
O Ministério da Educação e da Ciência vai aumentar substancialmente, em 2013, o número de bolsas de investigação, passando da 80 deste ano, para o número redondo de 300.
Trata-se, segundo a secretária de Estado da Ciência, Leonor Parreira, de «incentivar o desenvolvimento das carreiras dos investigadores», uma vez que, ao abrigo do novo regulamento, podem escolher a instituição onde vão investigar.
I ain't here to break it, just see how far it will bend.
Re: Educação
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Re: Educação
se não pagam podem aumentar à grande!!!
They were but stones our light made them stars!
NADA justifica o terrorismo!!!
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10.07.2010- Off He Goes
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Re: Educação
Felizmente a minha bolsa não é da FCT 
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05.07.2012R.I.P. Corduroy18
- edward III
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- Location: sorria está na MAIA:)
Re: Educação
A chupar nas tetas do Estado desde 2010Off He Goes wrote:Felizmente a minha bolsa não é da FCT
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26.06.2014 Corduroy18
Re: Educação
Ó meu, tu andas a reçeber bolça que é pra depois esbanjares guita a seguir o Belolém e bandas da merda? Na tens vergonha ninhuma?!Off He Goes wrote:Felizmente a minha bolsa não é da FCT
pearl jam 1996
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Re: Educação
yah.. vergonhoso off. so falta dizer q tens carro proprio e que vais ver radiohead ah europa
- Off He Goes
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Re: Educação
Não é bolsa de 'apoio social' ou whtv.. não, não sou dos que tem bolsa de acção social e depois chega à universidade de mercedes. lolrhinosaur wrote:Ó meu, tu andas a reçeber bolça que é pra depois esbanjares guita a seguir o Belolém e bandas da merda? Na tens vergonha ninhuma?!Off He Goes wrote:Felizmente a minha bolsa não é da FCT
É similar a uma bolsa de investigação. 'bolsa de apoio à gestão'.. e muitas dores de cabeça me dá, estou totalmente de consciência tranquila
Cubic: não tenho carro próprio, lol.
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Re: Educação
Não sei se alguém conhece, não conhecia e há uns dias falaram-me acerca desta escola. É um projecto interessantíssimo e possivelmente faz todo o sentido nos dias de hoje. Esta Escola da Ponte situa-se na Vila das Aves e é algo de único em Portugal.
Esta citação, de certa forma, resume o espírito da instituição:
"Era preciso repensar a escola, pô-la em causa. A que existia não funcionava ,os professores precisavam mais de interrogações do que de certezas. Concluímos que só pode haver um projecto quando todos se conhecem entre si e se reconhecem em objectivos comuns. Apercebemo-nos que um dos maiores óbices ao desenvolvimento de projectos educativos consistia na prática de uma monodocência redutora que remetia os professores para o isolamento de espaços e tempos justapostos, entregues a si próprios e à crença numa especialização generalista. Percebemos que se há alunos com dificuldades de aprendizagem, também os professores têm dificuldades de ensino.
Obrigar cada um a ser um outro-igual-a todos, é negar a possibilidade de existir como pessoa livre e consciente A escolinha era do "plano dos centenários", tinha duas salas e cada sala a sua entrada.
Grandes males, grandes remédios! Num belo dia, vá de deitar abaixo a parede que as dividia. Limpada a caliça, os putos espreitaram para o outro lado. Lá estavam meninas e meninos iguais aos do lado de cá... O buraco estava aberto e nem pensar em tapá-lo. Veio o trolha a mando da Junta de Freguesia e fez do feio buraco um belo pórtico comum a dois universos que passaram a ser um só. Onde antes estava uma parede que dividia achava-se agora uma passagem que juntava.
Na nossa escola todos trabalham com todos. Assim, nem um aluno é aluno de um professor mas sim de todos os professores, nem um professor é professor de alguns alunos, é professor de todos os alunos. Os professores rodam pelos diferentes espaços de tempos a tempos, de modo a que possam trabalhar com todos os alunos. Por outro lado, cada uma das expressões é trabalhada por um grupo de dois professores. Como é lógico tem-se sempre o cuidado de assegurar a continuidade do trabalho que se está a desenvolver, não havendo quebras acentuadas do ambiente de trabalho.
Hoje, a nossa Escola assenta na autonomia dos alunos.
Apesar de estar inserida no sistema oficial de ensino, tem deparado com muitas barreiras quanto ao reconhecimento das virtualidades de uma aprendizagem alicerçada em valores como a solidariedade e a co-responsabilização dos educandos. Um modelo pedagógico que começa finalmente a servir de inspiração a outras escolas."
http://www.escoladaponte.com.pt/
Esta citação, de certa forma, resume o espírito da instituição:
"Era preciso repensar a escola, pô-la em causa. A que existia não funcionava ,os professores precisavam mais de interrogações do que de certezas. Concluímos que só pode haver um projecto quando todos se conhecem entre si e se reconhecem em objectivos comuns. Apercebemo-nos que um dos maiores óbices ao desenvolvimento de projectos educativos consistia na prática de uma monodocência redutora que remetia os professores para o isolamento de espaços e tempos justapostos, entregues a si próprios e à crença numa especialização generalista. Percebemos que se há alunos com dificuldades de aprendizagem, também os professores têm dificuldades de ensino.
Obrigar cada um a ser um outro-igual-a todos, é negar a possibilidade de existir como pessoa livre e consciente A escolinha era do "plano dos centenários", tinha duas salas e cada sala a sua entrada.
Grandes males, grandes remédios! Num belo dia, vá de deitar abaixo a parede que as dividia. Limpada a caliça, os putos espreitaram para o outro lado. Lá estavam meninas e meninos iguais aos do lado de cá... O buraco estava aberto e nem pensar em tapá-lo. Veio o trolha a mando da Junta de Freguesia e fez do feio buraco um belo pórtico comum a dois universos que passaram a ser um só. Onde antes estava uma parede que dividia achava-se agora uma passagem que juntava.
Na nossa escola todos trabalham com todos. Assim, nem um aluno é aluno de um professor mas sim de todos os professores, nem um professor é professor de alguns alunos, é professor de todos os alunos. Os professores rodam pelos diferentes espaços de tempos a tempos, de modo a que possam trabalhar com todos os alunos. Por outro lado, cada uma das expressões é trabalhada por um grupo de dois professores. Como é lógico tem-se sempre o cuidado de assegurar a continuidade do trabalho que se está a desenvolver, não havendo quebras acentuadas do ambiente de trabalho.
Hoje, a nossa Escola assenta na autonomia dos alunos.
Apesar de estar inserida no sistema oficial de ensino, tem deparado com muitas barreiras quanto ao reconhecimento das virtualidades de uma aprendizagem alicerçada em valores como a solidariedade e a co-responsabilização dos educandos. Um modelo pedagógico que começa finalmente a servir de inspiração a outras escolas."
http://www.escoladaponte.com.pt/
"And I fight back in my mind... Never let's me be right, oh..."
"Information is not knowledge. Knowledge is not wisdom. Wisdom is not truth. Truth is not beauty. Beauty is not love. Love is not music. Music is THE BEST." Frank Zappa
Deus é JLMbetween2seconds wrote:30 seconds to mars volta a portugal em bicicleta do futuro
"Information is not knowledge. Knowledge is not wisdom. Wisdom is not truth. Truth is not beauty. Beauty is not love. Love is not music. Music is THE BEST." Frank Zappa
Re: Educação
Ooops:
Dezenas de alunos terão sabido o que ia sair no exame de Português
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) recebeu uma denúncia anónima sobre o exame de Português que decorreu na segunda-feira.
A denúncia anónima foi recebida pelo Gabinete de Avaliação Externa (Gave) relativamente à prova de Português (639), tendo a mesma sido reencaminhada para a Inspecção-Geral de Educação e Ciência (IGEC) para análise, revela o gabinete de imprensa do MEC ao PÚBLICO.
Segundo a edição do Correio da Manhã desta quarta-feira, terá havido uma fuga de informação que permitiu que dezenas de estudantes de Guimarães e Fafe soubessem, via SMS e com antecedência, que ia sair o canto VI de Os Lusíadas na prova do 12.º ano. O exame foi realizado na segunda-feira, à tarde, por 65.291 dos 70.719 alunos inscritos.
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Re: Educação
Enorme Daniel Oliveira
=D> =D>
O que é que isso interessa? Não sai no exame
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-que-e-que-iss ... z1yPLH9quq
Num país com baixos índices de escolarização e altos níveis de iliteracia, os pais tendem a confundir a preparação, a cultura e o conhecimento dos seus filhos com as notas que eles têm em exames. Este "conhecidómetro" instantâneo transformou-se no alfa e no ómega do nosso sistema educativo. Pouco interessa o que realmente se aprende na escola e qual a utilidade do que se aprende para o desenvolvimento intelectual, cultural, técnico e emocional (desculpem, "emocional" não, que é "eduquês") da criança (desculpem, "criança" não, que é "piegas") e do adolescente. A escola tem apenas uma função: preparar para os examesA.
Um pai um pouco mais exigente, que tente acompanhar os estudos do seu filho, depara-se sempre com a mesma avassaladora e pragmática resposta: "pai, isso não me interessa, não sai no teste"; "mãe, não é assim que está no livro". A nossa escola promove duas coisas: a completa ausência de sentido crítico e a capacidade de memorização. Não desprezo a segunda, muitíssimo longe disso. Mas, se não me levarem a mal, não chega.
Na escola portuguesa também se despreza cada vez mais a capacidade de desenvolver projetos, em grupo ou individualmente, promove-se pouco o desejo de ir mais longe do que é debitado nas aulas e dá-se muito pouco valor à expressão oral. Depois de centenas de exames, um aluno com excelentes notas pode acabar a escola sem saber desenvolver oralmente uma ideia e sem conseguir argumentar num debate. Porque o essencial da avaliação é feita através de provas escritas, sem consulta, e iguais para todos.
Compreende-se esta opção: é aquela que melhor serve o raciocínio do burocrata. E para o burocrata a exigência não se mede por o gosto por aprender (ui, o que eu fui escrever!) e pelo desenvolvimento de capacidades que são forçosamente diferentes, de pessoa para pessoa. O burocrata abomina, pela sua natureza, as variações que lhe estragam os gráficos.
Os testes e exames não servem para avaliar o que se aprendeu nas aulas e fora delas, as aulas é que servem para os alunos se prepararem para os testes e exames. E avaliados de uma forma que, com raríssimas exceções, nunca mais vão voltar a experimentar na sua vida. Nunca mais, em toda a minha vida, me tive de sentar numa secretária e despejar por escrito o que, como a esmagadora maioria dos alunos, tinha decorado uns dias antes.
O ministro Nuno Crato passa por um reformador. Porque alguém meteu na cabeça das pessoas que há uma qualquer relação entre a "escola moderna" (um movimento pedagógico considerado libertário) e as práticas e teorias em vigor nas escolas públicas e no Ministério da Educação. Na realidade, a escola sonhada por Nuno Crato é muito próxima da escola que realmente temos. Ele apenas decidiu agravar todos os seus vícios: a "examinite" aguda, o domínio absoluto do que a gíria estudantil chama de "encornanço" e o predomínio burocrático da avaliação como princípio e fim das funções do ensino. Lamentavelmente, como poderemos ver comparando o nosso sistema educativo com os melhores da Europa - o finlandês, por exemplo, que tem os melhores resultados no mundo apenas tem, que eu saiba, um exame no fim do ensino secundário -, este sistema não prepara profissionais competentes, pessoas interessadas e cidadãos conscientes. Este sistema burocrático, pensado por burocratas, apenas forma excelentes burocratas.
Nuno Crato já tinha criado os exames no final do 2º ciclo e, absoluta originalidade em toda a Europa, no final do 1º ciclo. Promete agora a introdução de mais exames nacionais, no final de cada ciclo, em mais disciplinas. Não tenho a menor dúvida que a medida é popular. Popular entre muitos pais, que podem ver as capacidades dos seus filhos traduzidas em números, sem terem de acompanhar o que eles realmente sabem. Popular entre muitos professores com menos imaginação que têm assim metas bem definidas, sem a maçada de trabalhar com a singularidade de cada aluno.
A escola, como uma fábrica de salsichas, é o sonho do ministro contabilista, do professor sem vocação e do pai sem paciência. Não vale a pena é enganar as pessoas: não se traduz em qualquer tipo de "exigência" (uma palavra com poderes mágicos, capaz de, só por ser dita, transformar a EB 2 3 de Alguidares de Baixo no Winchester College) nem em mais qualificação profissional e humana dos jovens portugueses. Os países que conseguiram dar à Escola Pública essa capacidade seguiram o caminho oposto. Aquele que Nuno Crato abomina.
O que é que isso interessa? Não sai no exame
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-que-e-que-iss ... z1yPLH9quq
Num país com baixos índices de escolarização e altos níveis de iliteracia, os pais tendem a confundir a preparação, a cultura e o conhecimento dos seus filhos com as notas que eles têm em exames. Este "conhecidómetro" instantâneo transformou-se no alfa e no ómega do nosso sistema educativo. Pouco interessa o que realmente se aprende na escola e qual a utilidade do que se aprende para o desenvolvimento intelectual, cultural, técnico e emocional (desculpem, "emocional" não, que é "eduquês") da criança (desculpem, "criança" não, que é "piegas") e do adolescente. A escola tem apenas uma função: preparar para os examesA.
Um pai um pouco mais exigente, que tente acompanhar os estudos do seu filho, depara-se sempre com a mesma avassaladora e pragmática resposta: "pai, isso não me interessa, não sai no teste"; "mãe, não é assim que está no livro". A nossa escola promove duas coisas: a completa ausência de sentido crítico e a capacidade de memorização. Não desprezo a segunda, muitíssimo longe disso. Mas, se não me levarem a mal, não chega.
Na escola portuguesa também se despreza cada vez mais a capacidade de desenvolver projetos, em grupo ou individualmente, promove-se pouco o desejo de ir mais longe do que é debitado nas aulas e dá-se muito pouco valor à expressão oral. Depois de centenas de exames, um aluno com excelentes notas pode acabar a escola sem saber desenvolver oralmente uma ideia e sem conseguir argumentar num debate. Porque o essencial da avaliação é feita através de provas escritas, sem consulta, e iguais para todos.
Compreende-se esta opção: é aquela que melhor serve o raciocínio do burocrata. E para o burocrata a exigência não se mede por o gosto por aprender (ui, o que eu fui escrever!) e pelo desenvolvimento de capacidades que são forçosamente diferentes, de pessoa para pessoa. O burocrata abomina, pela sua natureza, as variações que lhe estragam os gráficos.
Os testes e exames não servem para avaliar o que se aprendeu nas aulas e fora delas, as aulas é que servem para os alunos se prepararem para os testes e exames. E avaliados de uma forma que, com raríssimas exceções, nunca mais vão voltar a experimentar na sua vida. Nunca mais, em toda a minha vida, me tive de sentar numa secretária e despejar por escrito o que, como a esmagadora maioria dos alunos, tinha decorado uns dias antes.
O ministro Nuno Crato passa por um reformador. Porque alguém meteu na cabeça das pessoas que há uma qualquer relação entre a "escola moderna" (um movimento pedagógico considerado libertário) e as práticas e teorias em vigor nas escolas públicas e no Ministério da Educação. Na realidade, a escola sonhada por Nuno Crato é muito próxima da escola que realmente temos. Ele apenas decidiu agravar todos os seus vícios: a "examinite" aguda, o domínio absoluto do que a gíria estudantil chama de "encornanço" e o predomínio burocrático da avaliação como princípio e fim das funções do ensino. Lamentavelmente, como poderemos ver comparando o nosso sistema educativo com os melhores da Europa - o finlandês, por exemplo, que tem os melhores resultados no mundo apenas tem, que eu saiba, um exame no fim do ensino secundário -, este sistema não prepara profissionais competentes, pessoas interessadas e cidadãos conscientes. Este sistema burocrático, pensado por burocratas, apenas forma excelentes burocratas.
Nuno Crato já tinha criado os exames no final do 2º ciclo e, absoluta originalidade em toda a Europa, no final do 1º ciclo. Promete agora a introdução de mais exames nacionais, no final de cada ciclo, em mais disciplinas. Não tenho a menor dúvida que a medida é popular. Popular entre muitos pais, que podem ver as capacidades dos seus filhos traduzidas em números, sem terem de acompanhar o que eles realmente sabem. Popular entre muitos professores com menos imaginação que têm assim metas bem definidas, sem a maçada de trabalhar com a singularidade de cada aluno.
A escola, como uma fábrica de salsichas, é o sonho do ministro contabilista, do professor sem vocação e do pai sem paciência. Não vale a pena é enganar as pessoas: não se traduz em qualquer tipo de "exigência" (uma palavra com poderes mágicos, capaz de, só por ser dita, transformar a EB 2 3 de Alguidares de Baixo no Winchester College) nem em mais qualificação profissional e humana dos jovens portugueses. Os países que conseguiram dar à Escola Pública essa capacidade seguiram o caminho oposto. Aquele que Nuno Crato abomina.
EV - "FDX VOCES SAO OS MAIORES!"
e somos mm......
24.11.96
25.11.96
23.05.00
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26.05.00
04.09.06
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Re: Educação
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedad ... 069&page=1As médias totais dos exames finais de Português, e Matemática, do 12º ano, são negativas. Às mesmas disciplinas escaparam os alunos do Básico, com uma média positiva, mas que não passa do suficiente.
A média total do exame final de Português do 12º ano ficou-se pelos 9,5 valores, tendo subido relativamente ao ano passado (8,9). Baixam esta média os alunos externos, isto é, aqueles que, por exemplo, anularam a disciplina e só foram a exame. Se contabilizássemos apenas os alunos internos (aqueles que levaram a disciplina até ao fim do ano), a média seria positiva, com 10,4 valores.
O mesmo se verifica com Matemática do 12º ano. A média total é de 8,7 valores, tendo baixado relativamente ao ano passado (9,2). Também aqui os alunos externos baixaram a média nacional e de uma forma significativa. Se contássemos apenas os alunos internos, a média seria 10,4 valores.
Ainda no Secundário destacam-se Biologia e Geologia; Física e Química A, e Filosofia. Todos com médias totais negativas. A média de Biologia e Geologia desceu de 10,7 no ano passado para 9,3 este ano; e a de Física e Química A desceu de 9,9 para 7,5 valores. A média total de Filosofia, um exame que não se realizava desde 2007, ficou-se pelos 7,8 valores.
Outras disciplinas foram sujeitas a exame final (num total de 25) e aquelas com média nacional positiva oscilaram, na sua maioria, entre os 10 e os 12 valores. Nesta primeira fase, informou o Ministério de Educação e Ciência, houve 362.414 inscrições, tendo sido realizadas 324.048 provas, o que corresponde a cerca de 90% das inscrições. Recorde-se que pela primeira vez, a primeira fase dos exames nacionais foi obrigatória.
Os alunos do Ensino Básico registaram melhores médias nacionais. A média total do exame final de Língua Portuguesa e de Matemática do 90 ano foi, em ambas, de 53%.
Destaca-se uma subida percentual de 10 pontos em relação ao ano passado, no caso da disciplina de Matemática.
E mais uma vez os alunos externos baixaram a média dos exames nacionais. Neste caso, e em ambas as disciplinas, se contássemos apenas os alunos internos, teríamos uma média de 54%. No 90 ano o número de provas realizadas foi de 92.976 a Língua Portuguesa, e 93.599 na disciplina de Matemática.
Nos exames finais do 60 ano, realizados pela primeira vez , a média total em Língua Portuguesa foi de 59% e em Matemática foi de 54%. Realizaram as Provas Finais de Língua Portuguesa e de Matemática, do 60 ano , 111.767 e 112.631 alunos, respectivamente.
Corduroy18
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