Antes de dizer o que tenho pra dizer, vou só dizer o seguinte. eheheI_Got_ID wrote:Não sabia que o casamento, feito pela instituição Igreja servia para incentivar a ter filhos... sempre pensei que fosse para criar mais devotos a Deus...
Considero-me religioso no sentido em que acredito nalgumas cenas que leio na Bibilia e noutros livros do género, mas ao contrário dos devotos ou o que quiserem chamar, opto por não pertencer a nenhuma religião nem ser "praticante em massa"( ou em missa lol), tenho as minhas crenças e não quero influenciar ninguém nem ser influenciado por alguém que mal saia das missas vai logo contradizer aquilo que acabou de "recitar" ou "pregar".
Vejo sim que aquilo está cheio de metáforas brutais e que interpretadas ( como letras de uma música? ) consigo ver as cenas À minha volta duma perspectiva diferente, mais do género a fragilidade humana é a mesma de sempre, com os seus podres e virtudes, mas o nosso ego tornou-se cada vez maior despoletado por uma máquina evolutiva tecnológica que nos coloca na nossa consciencia se assim o permitirmos a julgarmos todas as gerações passadas como primitivas e bárbaras e pergunto-me o que as gerações futuras ( se exisitrem.... ) irão achar de nós que permitimos e desejamos que todos os avanços tecnológicos estejam ao nosso dispor, sem primeiro pesar as consequências.... Eu se fosse o Einstein n sei o que teria feito depois de saber que tudo o que tinha estudado teria servido para um império agarrar naquilo e ir explodir com uma cidade. Enfim...
Mas uma união de duas ( ou mais?) pessoas sempre existiu, dentro da consciencia do estado/império/tribo seja o que quiserem chamar. Não foi a Igreja que inventou, se bem que depois a Católica pegou nesse matrimónio e aplicou as suas regras já conhecidas. Mas lembro-te que não existe só a Católica. A protestante, de Lutero, conseguiu com que os padres se pudessem casar, conseguiu que houvesse divórcio e não a necessidade de um casal ter que se apoiar até ao fim da vida (?) sem outra hipótese.
Aliás, eu acho que hoje em dia a Igreja não manda nada em termos das massas, embora seja influente nos bastidores, serve mais prás pessoas gozarem dela e de tudo aquilo que defende.
Mas na minha opinião, as suas doutrinas e as suas ideias foram ao longo do tempo usadas de uma forma bárbara por quem mandou nela, e por causa da ambição da sua instituição. Mas também acho mal as pessoas gozarem e acharem mal de toda a fé que existe.
Não sera um ouvinte de música uma pessoa com fé ? Não ACREDITA cegamente nas palavras que ouve ? Quando vem alguém dizer mal do vocalista ou seja quem for, ainda por cima se for de outra "fé" e não gostar daquela banda, não o vai defender cegamente, e pensar naquilo depois ? Não tomamos as palavras deles como pontos de vista válidos e às vezes os tornámos nossos ? Então porque criticar quem acredita noutro tipo de coisas ? Pelo menos a mim, não me faz confusão nenhuma, e hoje em dia , com a forma que o mundo está, a fé é apenas um bode espiatório ( COMO SEMPRE FOI ) para culpar ou justificar a ganancia das grandes nações, e a fraqueza dos mais carenciados.



24.11.1996
18.06.2007



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