Ainda bem que se quer resolver o maior drama social do século 21.
Desemprego
Moderator: Mods Geral
Re: Desemprego
O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".
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Corduroy18
Re: Desemprego
Wtf? A sério?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Re: Desemprego
Mas espera... a vaga era para comunicação ou para jornalismo mesmo?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Re: Desemprego
Departamento de comunicação da empresa "Hospital da Trofa". O conteúdo da licenciatura/mestrado dele cobre também comunicação organizacional/empresarial.Pearl_Fan wrote:Mas espera... a vaga era para comunicação ou para jornalismo mesmo?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Corduroy18
Re: Desemprego
O que estou a dizer é que se calhar especificaram mal a vaga ou assim... É preciso algum cuidado com os termos usados numa candidatura... Mas não sei, estou a atirar para o ar (é importante que não se confunda jornalista com assessor ou RP)JoãoPM wrote:Departamento de comunicação da empresa "Hospital da Trofa". O conteúdo da licenciatura/mestrado dele cobre também comunicação organizacional/empresarial.Pearl_Fan wrote:Mas espera... a vaga era para comunicação ou para jornalismo mesmo?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Re: Desemprego
Verdade. Mas os cursos de jornalismo de agora são mais abrangentes. Preparam os alunos para Jornalismo, como também para marketing research e comunicação organizacional, dependente dos casos.Pearl_Fan wrote:O que estou a dizer é que se calhar especificaram mal a vaga ou assim... É preciso algum cuidado com os termos usados numa candidatura... Mas não sei, estou a atirar para o ar (é importante que não se confunda jornalista com assessor ou RP)JoãoPM wrote:Departamento de comunicação da empresa "Hospital da Trofa". O conteúdo da licenciatura/mestrado dele cobre também comunicação organizacional/empresarial.Pearl_Fan wrote:Mas espera... a vaga era para comunicação ou para jornalismo mesmo?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Ainda bem que se quer resolver o maior drama social do século 21.
Neste caso, este meu colega tirou Ciências da Comunicação tanto na Licenciatura como no Mestrado. Não tem carta de jornalista, porque sempre que trabalhou na área foi em regime de "receber por fora", no site Futebol 365. A experiência que ele tem profissional é na área da comunicação organizacional/empresarial. Pelo que ele me contou, tudo estava a correr bem entre ele e a empresa. O IEFP é que travou. Talvez pelo grau de mestre mas isso é irrelevante, já que o dinheiro pago a um licenciado ou mestre é igual num estágio profissional.
Corduroy18
Re: Desemprego
Eu acho que ele tem que arranjar algo mais adequado ao seu espírito livre... ou então mudar o nome para o que já deve estar escrito no papel 
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Re: Desemprego
Não é isso que estou a dizer homemJoãoPM wrote:Verdade. Mas os cursos de jornalismo de agora são mais abrangentes. Preparam os alunos para Jornalismo, como também para marketing research e comunicação organizacional, dependente dos casos.Pearl_Fan wrote:O que estou a dizer é que se calhar especificaram mal a vaga ou assim... É preciso algum cuidado com os termos usados numa candidatura... Mas não sei, estou a atirar para o ar (é importante que não se confunda jornalista com assessor ou RP)JoãoPM wrote:Departamento de comunicação da empresa "Hospital da Trofa". O conteúdo da licenciatura/mestrado dele cobre também comunicação organizacional/empresarial.Pearl_Fan wrote:Mas espera... a vaga era para comunicação ou para jornalismo mesmo?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Ainda bem que se quer resolver o maior drama social do século 21.
Neste caso, este meu colega tirou Ciências da Comunicação tanto na Licenciatura como no Mestrado. Não tem carta de jornalista, porque sempre que trabalhou na área foi em regime de "receber por fora", no site Futebol 365. A experiência que ele tem profissional é na área da comunicação organizacional/empresarial. Pelo que ele me contou, tudo estava a correr bem entre ele e a empresa. O IEFP é que travou. Talvez pelo grau de mestre mas isso é irrelevante, já que o dinheiro pago a um licenciado ou mestre é igual num estágio profissional.
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Re: Desemprego
Não. A candidatura foi feita para o IEFP depois de entrevistas com ele.Pearl_Fan wrote:Não é isso que estou a dizer homemJoãoPM wrote:Verdade. Mas os cursos de jornalismo de agora são mais abrangentes. Preparam os alunos para Jornalismo, como também para marketing research e comunicação organizacional, dependente dos casos.Pearl_Fan wrote:O que estou a dizer é que se calhar especificaram mal a vaga ou assim... É preciso algum cuidado com os termos usados numa candidatura... Mas não sei, estou a atirar para o ar (é importante que não se confunda jornalista com assessor ou RP)JoãoPM wrote:Departamento de comunicação da empresa "Hospital da Trofa". O conteúdo da licenciatura/mestrado dele cobre também comunicação organizacional/empresarial.Pearl_Fan wrote:Mas espera... a vaga era para comunicação ou para jornalismo mesmo?JoãoPM wrote:O IEFP recusou um estágio profissional nos serviços administrativos e de comunicação num hospital privado porque era um cargo "limitador para um espírito livre que é um jornalista".![]()
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Ainda bem que se quer resolver o maior drama social do século 21.
Neste caso, este meu colega tirou Ciências da Comunicação tanto na Licenciatura como no Mestrado. Não tem carta de jornalista, porque sempre que trabalhou na área foi em regime de "receber por fora", no site Futebol 365. A experiência que ele tem profissional é na área da comunicação organizacional/empresarial. Pelo que ele me contou, tudo estava a correr bem entre ele e a empresa. O IEFP é que travou. Talvez pelo grau de mestre mas isso é irrelevante, já que o dinheiro pago a um licenciado ou mestre é igual num estágio profissional.nao estou a dizer que é uma questão com o curso dele (também tive cadeiras de RP e de multimédia), mas sim de como o processo deu entrada no IEFP. Se o hospital pediu alguém para assessoria e a candidatura dele era de jornalista (algo assim). O IEFP tem interesse em despachar as pessoas e as vagas são preparadas pelas empresas, por isso há algo aqui de muito estranho e a culpa pode não ser do IEFP
Não sei ao certo mas imagino que a empresa escolheu 2/3 pessoas que acharam adequadas para o cargo e disponibilizou os dados dos escolhidos ao IEFP, que depois barrou a contratação do meu colega com a tal desculpa toda lol.
Já tive um processo semelhante. A empresa escolheu-me a mim e só depois se propôs a estágio profissional. Acabou por ser rejeitado por dívidas da empresa. Neste caso foi aceite mas tomaram a liberdade de rejeitar algumas pessoas propostas pela empresa. No mínimo estranho. Devia ser a empresa a dar a última palavra. Mas como a empresa não se chateava em receber pessoas no mínimo com o secundário técnico, a escolha pode ter sido feita por aí.
Corduroy18
Re: Desemprego
Más notícias na área do desemprego: http://expresso.sapo.pt/desemprego-jove ... ir=f917742
Pedro Passos Coelho disse na semana passada que os jovens já "encontram oportunidades" em Portugal . Mas os números do INE mostram que a taxa de desemprego jovem continua a aumentar .
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Re: Desemprego
Eu acho que a viragem é mais do tipo "vira o disco e toca o mesmo"JoãoPM wrote:Parece que só em 2016 aparece o ano de viragem lol.
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- edward III
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Re: Desemprego
prl wrote:Eu acho que a viragem é mais do tipo "vira o disco e toca o mesmo"JoãoPM wrote:Parece que só em 2016 aparece o ano de viragem lol.
04.09.2006
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Re: Desemprego
Boas perguntas deixadas ao PS:
Claro que a resposta é óbvia: chegado ao Governo, o PS fará exactamente o mesmo que este faz, ie, manipular os dados conforme dá mais jeito.Das suspeições do PS, ficam 2 perguntas para daqui a uns meses: os estágios, políticas públicas de emprego, vão acabar? E vão incluir e discriminar nas estatísticas do INE emigrantes e estagiários?
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Re: Desemprego
Os nossos queridos governantes continuam a adorar atirar-nos areia para os olhos, mas a realidade vem sempre ao de cima. Reduzir o desemprego é facílimo quando simplesmente se retiram pessoas (aos largos milhares) das contas. Enfrentar o problema é que é complicado:
http://expresso.sapo.pt/blogues/jose-so ... ca-existiu
http://expresso.sapo.pt/blogues/jose-so ... ca-existiu
O desemprego nunca existiu
É ao político conservador britânico Benjamin Disraeli que se atribui a conhecida proposição segunda a qual há três tipos de mentiras: as mentiras comuns, as mentiras sagradas e as estatísticas. O atual debate em torno do emprego parece confirmar essa máxima. Para o Governo, a taxa de desemprego revela que Portugal se encontra numa trajetória de recuperação. Deputados da maioria, entusiasmados, falam de uma tendência muito boa no nosso mercado de trabalho. E o inefável Maçães, excitado, lá vai repetindo em forma de tweet que o país está ótimo e recomenda-se. Mas para lá das personagens cómicas ou das loas dos fãs, vale mesmo a pena fazer o debate sobre o que tem acontecido ao emprego. É que em lugar de uma evolução muito boa, os resultados da receita aplicada têm sido desastrosos. Argumento com cinco razões.
1. As estatísticas sobre o desemprego, agora exaltadas pelo Governo, são de facto um logro. Desde logo porque a taxa de desemprego não contabiliza os “inativos desencorajados”, ou seja, todas aquelas pessoas que, não estando empregadas, deixaram de procurar ativamente emprego. Só nessa categoria estão atualmente 243 mil pessoas, dados do INE. Mas também não contabiliza, desde 2011 e por decisão do INE, todos os desempregados em “programas ocupacionais” – que são cerca de 158 mil. Se a essas categorias somássemos ainda o “subemprego” , então a taxa de desemprego mais que duplicaria em relação à que atualmente é contabilizada. Esta consideração não é apenas minha. O FMI, insuspeito de esquerdismo, diz o mesmo no seu relatório de janeiro deste ano sobre Portugal: a taxa real de desemprego devia somar estas categorias e anda à volta dos 20% (p.22).
2. As pessoas desempregadas estão cada vez mais desprotegidas. A maioria não recebe subsídio de desemprego. Em maio de 2015, 58% dos desempregados registados não tinha direito a esta prestação. E não foi sempre assim: no início da década de 2000, mais de 80% dos desempregados recebia subsídio de desemprego. Além disso, é preciso recuar duas décadas, até 1996, para termos valores médios de subsídio de desemprego tão baixos. Mesmo comparado com 2012, o valor mensal do subsídio caiu em média 50 euros por pessoa. O corte de 10% aplicado pelo Governo ao fim dos seis meses é revelador do modo punitivo como se olha quem descontou e perdeu o emprego.
3. Nos últimos anos, perdemos população ativa como nunca. Entre 2011 e 2015, a maior quebra na mão de obra disponível acontece entre os jovens: no escalão entre os 25 e os 34 anos, são menos 205 mil pessoas. Uma das explicações é a emigração. Desde 2011 que o valor médio da emigração que se contabiliza oficialmente ultrapassa as 100 mil pessoas. Destas, uma parte muito significativa vai embora porque não tem como fazer a sua vida em Portugal. Nunca, nos últimos 40 anos, tínhamos tido tanta gente expulsa do país pelo desemprego.
4. Perdemos também, como nunca, população empregada. Ou seja, a redução da taxa de desemprego, que é uma proporção, esconde uma realidade crua: se compararmos o segundo trimestre de 2015 com o mesmo período de 2011, verificamos que há hoje menos 219 mil empregos. A taxa de desemprego só é por isso menor porque há menos gente e não porque haja mais trabalho em termos absolutos. Ou seja, a estratégia da austeridade não deu nenhum resultado em termos de emprego a não ser a sua destruição.
5. Além disso, e igualmente importante, o emprego que vai sendo criado é de salários cada vez mais baixos (a média salarial ronda os 500 euros) e é precário. O exemplo mais significativo é o das “políticas ativas de emprego” (nome perverso), das quais se destacam os contratos emprego-inserção (criados em 2009 pelo governo PS, e que explodiram nos últimos anos) ou a política de “estágios emprego”. No primeiro caso, falamos de 75 403 mil pessoas que ocupam postos de trabalho sem terem nem contrato nem salário, em verdadeiros novos trabalhos forçados (a maior parte no Estado) que já tive oportunidade de analisar. No caso dos estágios, que chegavam em 2014 a cerca de 70 mil pessoas, eles tornaram-se num mecanismo de financiamento das empresas (que beneficiam do apoio, poupando os custos de um contrato) e de abaixamento de salários. Na esmagadora maioria dos casos (70%) não permitem ficar a trabalhar na empresa: são tudo menos um trampolim para o emprego. E este tipo de "emprego" é, basicamente, "o que há". De acordo com o Banco de Portugal, um terço do emprego criado são estágios. Some-se os contratos emprego-inserção, o trabalho temporário (em crescimento) e o trabalho parcial involuntário e temos o retrato do país. Não, não estamos a recuperar nem a tendência é boa: é o desemprego, a precariedade e o abuso que são a regra. Que haja quem o celebre só mostra o futuro a que nos querem amarrados.
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